Chegámos ao ponto de um qualquer funcionário de "Bruxelas" se arrogar no direito de mandar palpites sobre Portugal, ao ponto de "admitir" (recomendar?) que os subsídios de férias e de Natal possam ser definitivamente eliminados, com alargamento ao sector privado.
Espantoso, também, é que ainda haja alguém, por aquelas bandas, como por cá, que se admire com a galopante taxa de desemprego. Qualquer analfabeto económico tinha o dever de prever a evidência.
Parece que, como a roda já foi inventada há muito, estão a tentar novas teorias económicas. Como na investigação farmacêutica os ratinhos têm que morrer para que as análises posteriores confirmem, ou não, se os remédios eram os ajustados para que a sua morte não tivesse ocorrido, também na investigação económica há que comprovar a eficácia dos remédios engendrados. Vários já foram usados no passado com os resultados conhecidos.
E o governo que nos saiu na rifa, se não bate palmas com todas as mãos disponíveis, assobia e deixa a procissão prosseguir, com bandas de música a abrir e a fechar, como é da praxe.
Sem comentários:
Enviar um comentário