Falar mais de Lusófona e de RELVAS dá-me vómitos.
França foi ao mercado financiar-se numa emissão de dívida de curto prazo em que, pela primeira vez, foi buscar fundos a juros negativos. Ao comprarem estes títulos, os investidores perderam dinheiro para emprestar ao Estado francês, indiciando que consideram a dívida francesa um refúgio seguro.
O Tesouro emitiu 7,7 mil milhões de euros em dívida com maturidades diferentes (entre 13 e 50 semanas), tendo-se registado taxas negativas nos títulos com prazo de três meses (-0,005%) e de seis (-0,006%).
França junta-se, assim, ao grupo restrito de países da moeda única aos quais os investidores pagam para emprestar dinheiro, optando por suportar juros negativos (em títulos com prazos muito curtos) a troco de maior segurança, numa altura em que os mercados estão minados pela incerteza e volatilidade. “É como alugar um cofre no banco”, comparou ao jornal francês Les Echos Mathieu Chabran, da sociedade de gestão de investimentos Tikehau IM.
A diferença em relação aos juros pedidos pelos investidores para comprar dívida portuguesa no mercado primário é notória, por exemplo. Na última vez que emitiu títulos a três meses, em Fevereiro, Portugal registou uma taxa de 3,845%.
Em emissões de longo prazo (dívida de cinco, dez ou 30 anos), França tem conseguido financiar-se também a taxas de juro historicamente baixas. Mas nunca como hoje tinha registado taxas negativas, neste caso, numa emissão com prazos muito curtos.
A Alemanha – cujas taxas são a referência no mercado –, a Holanda e a Dinamarca pertencem a este núcleo de países que têm funcionado como refúgio para os investidores.
Apesar disso, as taxas de juro da dívida francesa subiram hoje no mercado secundário (de revenda de dívida). Nos títulos a dez anos, avançaram para 2,43%, enquanto as obrigações alemãs recuaram para 1,32%.
Itália e Espanha continuavam hoje com os juros em alta, ao contrário de Portugal, cujas taxas aliviaram, embora se mantenham acima da barreira dos 10%. Os títulos italianos a dez anos subiram para os 6,1%, no mesmo dia em que as obrigações espanholas escalaram de novo para os 7%.
França junta-se, assim, ao grupo restrito de países da moeda única aos quais os investidores pagam para emprestar dinheiro, optando por suportar juros negativos (em títulos com prazos muito curtos) a troco de maior segurança, numa altura em que os mercados estão minados pela incerteza e volatilidade. “É como alugar um cofre no banco”, comparou ao jornal francês Les Echos Mathieu Chabran, da sociedade de gestão de investimentos Tikehau IM.
A diferença em relação aos juros pedidos pelos investidores para comprar dívida portuguesa no mercado primário é notória, por exemplo. Na última vez que emitiu títulos a três meses, em Fevereiro, Portugal registou uma taxa de 3,845%.
Em emissões de longo prazo (dívida de cinco, dez ou 30 anos), França tem conseguido financiar-se também a taxas de juro historicamente baixas. Mas nunca como hoje tinha registado taxas negativas, neste caso, numa emissão com prazos muito curtos.
A Alemanha – cujas taxas são a referência no mercado –, a Holanda e a Dinamarca pertencem a este núcleo de países que têm funcionado como refúgio para os investidores.
Apesar disso, as taxas de juro da dívida francesa subiram hoje no mercado secundário (de revenda de dívida). Nos títulos a dez anos, avançaram para 2,43%, enquanto as obrigações alemãs recuaram para 1,32%.
Itália e Espanha continuavam hoje com os juros em alta, ao contrário de Portugal, cujas taxas aliviaram, embora se mantenham acima da barreira dos 10%. Os títulos italianos a dez anos subiram para os 6,1%, no mesmo dia em que as obrigações espanholas escalaram de novo para os 7%.
1 comentário:
Pois devo dizer que tenho dúvidas sobre se as taxas que temos que pagar não deixarão de continuar a subir enquanto tivermos uns quaisquer relvas a mandar em tudo que mexe neste país e um qualquer coelho a ameaçar tirar as poucas cenouras que nos restam. Só parece restar o pau para bater-nos no lombo (o termo foi-me emprestado pelo láparo).
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