AGORA QUER QUE OS CIENTISTAS VÃO À ESCOLA MOSTRAR AS DESCOBERTAS.
O QUE ELES QUEREM É APOIO CONSTANTE PARA O SEU TRABALHO E EMPREGO EM PORTUGAL.
DE CONVERSA ESTAMOS NÓS FARTOS.
O SENHOR MINISTRO ONDE COLOCA A MÃO SAI NÓDOA.
TANTO CRITICOU OU OUTROS QUE VAI PAGAR CARO O ATREVIMENTO.
A EDUCAÇÃO VAI DE MAL A PIOR NO ESPAÇO DE UM ANO.
Carlos Pinto
O ministro da Educação anunciou neste sábado um reforço de professores a destacar para os 19 Centros de Ciência Viva nacionais e sublinhou a entrada em vigor de um programa especial denominado ‘Ciência na Escola’.
Respondendo a um repto de Máximo Ferreira, presidente da Câmara de Constância, Nuno Crato disse que o Ministério da Educação vai “reforçar” o número de professores destacados para os 19 Centros de Ciência Viva do país.
“Entendemos o destacamento de professores para centros de ciência e outros locais onde se divulga a ciência como uma oportunidade para desenvolver o ensino e os professores desenvolverem os seus conhecimentos e as suas práticas de divulgação científica, que, depois, levam para as escolas”, notou Crato, que foi até ao Centro de Ciência Viva de Constância - Parque de Astronomia, para assinalar a abertura da XIX Astrofesta Nacional.
O Ministro anunciou ainda para o próximo ano lectivo um programa “especial” intitulado ‘Ciência na Escola’, uma medida que visa “incentivar” os jovens a irem ver laboratórios, museus e centros de ciência e os próprios cientistas a irem às escolas, falarem das suas experiências e descobertas.
Questionado acerca da redução do número de candidaturas ao ensino superior para o próximo ano lectivo, Nuno Crato reconheceu que o mesmo “tem baixado um pouco nos últimos anos”, tendo observado faltar conhecer os números da segunda e terceira fases de inscrições para aferir com rigor.
“A mensagem que quero passar é clara e vai no sentido de dizer que queremos mais jovens no ensino superior. Para isso, temos de melhorar o ensino básico e secundário, que têm aqui um grande papel, através de metas mais claras e mais rigorosas”, vincou.
Crato falou ainda sobre o atraso no pagamento de algumas bolsas, disse que este atraso “está regularizado ou estará dentro de poucos dias”, e que são “coisas que acontecem e que não queremos que se repitam”.
“Entendemos o destacamento de professores para centros de ciência e outros locais onde se divulga a ciência como uma oportunidade para desenvolver o ensino e os professores desenvolverem os seus conhecimentos e as suas práticas de divulgação científica, que, depois, levam para as escolas”, notou Crato, que foi até ao Centro de Ciência Viva de Constância - Parque de Astronomia, para assinalar a abertura da XIX Astrofesta Nacional.
O Ministro anunciou ainda para o próximo ano lectivo um programa “especial” intitulado ‘Ciência na Escola’, uma medida que visa “incentivar” os jovens a irem ver laboratórios, museus e centros de ciência e os próprios cientistas a irem às escolas, falarem das suas experiências e descobertas.
Questionado acerca da redução do número de candidaturas ao ensino superior para o próximo ano lectivo, Nuno Crato reconheceu que o mesmo “tem baixado um pouco nos últimos anos”, tendo observado faltar conhecer os números da segunda e terceira fases de inscrições para aferir com rigor.
“A mensagem que quero passar é clara e vai no sentido de dizer que queremos mais jovens no ensino superior. Para isso, temos de melhorar o ensino básico e secundário, que têm aqui um grande papel, através de metas mais claras e mais rigorosas”, vincou.
Crato falou ainda sobre o atraso no pagamento de algumas bolsas, disse que este atraso “está regularizado ou estará dentro de poucos dias”, e que são “coisas que acontecem e que não queremos que se repitam”.
1 comentário:
Este ministro é a minha maior desilisão. Parece uma barata tonta.
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