QUEREM ENGANAR QUEM?
NÃO HAVIA MAIS INTERESSADOS?
SALVARAM POSTOS DE TRABALHO ATÉ QUANDO?
NÃO BRINQUEM COM COISAS SÉRIAS.
ENTÃO QUANDO OUÇO ESTE SENHOR DEPUTADOS CAA A DEFENDERE TÃO CONVCTAMENTE O PSD E O 1º. ESTOU ESCLARECIDO. A MIM NUNCA ME CONVENCEU E JÁ NEM O POSSO OUVIR.
O PSD defendeu esta sexta-feira a intervenção do primeiro-ministro para “reatar” negociações com o BCI para a compra do BPN, argumentando que Passos Coelho salvou 1200 pessoas do desemprego, já que “não havia alternativa em relação aquele comprador”.
“A intervenção do senhor primeiro-ministro foi no sentido de devolver a confiança ao sistema bancário português e salvar do desemprego, pelas nossas constas, cerca de 1200 trabalhadores”, afirmou Carlos Abreu Amorim à Lusa.
O primeiro-ministro confirmou, numa resposta enviada aos deputados da comissão de inquérito ao BPN, que em Novembro de 2011 intercedeu junto do Governo de Angola para que este convencesse o presidente do BIC a regressar a Lisboa e, eventualmente, retomar as negociações para a compra do BPN.
De acordo com Carlos Abreu Amorim, “não havia alternativa em relação aquele comprador” porque o núcleo de investidores “não tinha qualquer credibilidade”, como ficou “demonstrado”, e o Montepio, queria apenas “comprar alguns balcões” numa “espécie de efeito da liquidação do banco”.
Nesse sentido, “na realidade, só existia um interessado”, defendeu.
“O facto já era conhecido, já tinha sido afirmado em comissão de inquérito quer pela senhora secretária de Estado Maria Luísa Albuquerque, quer pelo senhor engenheiro Mira Amaral. O senhor primeiro-ministro confirmou e confirmou que foi um expediente que usou tendo em vista o reatamento das negociações, já que estas negociações tinham sido numa primeira fase objeto de uma ruptura”, afirmou.
O grupo parlamentar social-democrata “julga que a intervenção do senhor primeiro-ministro foi boa, porque permitiu reatar essas negociações que depois mais tarde vieram a dar um bom resultado, que foi cumprir a condição imposta no memorando da troika, a venda dentro daquele prazo”, afirmou.
Carlos Abreu Amorim recusou as acusações do BE, que através do deputado João Semedo, defendeu que as resposta de Passos Coelho confirmam que o banco foi vendido com as condições impostas pelo BIC e que por trás do negócio estiveram “motivações políticas”. “Não, não têm motivações políticas no sentido em que o Bloco de Esquerda quer dar”, disse.
Passos “estava interessadíssimo em vender a qualquer preço”
Para o PCP as respostas dadas pelo primeiro-ministro à comissão de inquérito ao BPN mostram que o Governo “estava interessadíssimo em vender a qualquer preço” e que “a opção BIC é de natureza política clara”.
O deputado comunista Honório Novo disse à Lusa considerar “no mínimo estranho” que Passos Coelho não tenha contacto outros acionistas e pedido ao governo angolano para interceder juntos desses accionistas.
“Pergunta-se porque é que o senhor primeiro-ministro, quando diz que pretendia não apenas contactar o administrador Mira Amaral que lhe dado uma negativa quanto ao prosseguimento das negociações, ao decidir contactar os accionistas, que é o que diz nas respostas, não contacta o accionista Américo Amorim, não contacta directamente o accionista Fernando Teles, mas decide contactar Governo [angolano] para interceder junto dos accionistas”, interrogou-se. “Isto é no mínimo estranho”, afirmou.
Por outro lado, o PCO considera que “é falsa a afirmação do primeiro-ministro de que a alternativa ao BIC era a liquidação”.
Honório Novo considera que não só o Montepio era uma alternativa como “havia tempo” para reconsiderar essa e outras opções, como a “refundação do banco”.
O deputado comunista sublinhou que a troika respondeu a perguntas do PCP confirmando que “não havia limitação de tempo”.
O primeiro-ministro confirmou, numa resposta enviada aos deputados da comissão de inquérito ao BPN, que em Novembro de 2011 intercedeu junto do Governo de Angola para que este convencesse o presidente do BIC a regressar a Lisboa e, eventualmente, retomar as negociações para a compra do BPN.
De acordo com Carlos Abreu Amorim, “não havia alternativa em relação aquele comprador” porque o núcleo de investidores “não tinha qualquer credibilidade”, como ficou “demonstrado”, e o Montepio, queria apenas “comprar alguns balcões” numa “espécie de efeito da liquidação do banco”.
Nesse sentido, “na realidade, só existia um interessado”, defendeu.
“O facto já era conhecido, já tinha sido afirmado em comissão de inquérito quer pela senhora secretária de Estado Maria Luísa Albuquerque, quer pelo senhor engenheiro Mira Amaral. O senhor primeiro-ministro confirmou e confirmou que foi um expediente que usou tendo em vista o reatamento das negociações, já que estas negociações tinham sido numa primeira fase objeto de uma ruptura”, afirmou.
O grupo parlamentar social-democrata “julga que a intervenção do senhor primeiro-ministro foi boa, porque permitiu reatar essas negociações que depois mais tarde vieram a dar um bom resultado, que foi cumprir a condição imposta no memorando da troika, a venda dentro daquele prazo”, afirmou.
Carlos Abreu Amorim recusou as acusações do BE, que através do deputado João Semedo, defendeu que as resposta de Passos Coelho confirmam que o banco foi vendido com as condições impostas pelo BIC e que por trás do negócio estiveram “motivações políticas”. “Não, não têm motivações políticas no sentido em que o Bloco de Esquerda quer dar”, disse.
Passos “estava interessadíssimo em vender a qualquer preço”
Para o PCP as respostas dadas pelo primeiro-ministro à comissão de inquérito ao BPN mostram que o Governo “estava interessadíssimo em vender a qualquer preço” e que “a opção BIC é de natureza política clara”.
O deputado comunista Honório Novo disse à Lusa considerar “no mínimo estranho” que Passos Coelho não tenha contacto outros acionistas e pedido ao governo angolano para interceder juntos desses accionistas.
“Pergunta-se porque é que o senhor primeiro-ministro, quando diz que pretendia não apenas contactar o administrador Mira Amaral que lhe dado uma negativa quanto ao prosseguimento das negociações, ao decidir contactar os accionistas, que é o que diz nas respostas, não contacta o accionista Américo Amorim, não contacta directamente o accionista Fernando Teles, mas decide contactar Governo [angolano] para interceder junto dos accionistas”, interrogou-se. “Isto é no mínimo estranho”, afirmou.
Por outro lado, o PCO considera que “é falsa a afirmação do primeiro-ministro de que a alternativa ao BIC era a liquidação”.
Honório Novo considera que não só o Montepio era uma alternativa como “havia tempo” para reconsiderar essa e outras opções, como a “refundação do banco”.
O deputado comunista sublinhou que a troika respondeu a perguntas do PCP confirmando que “não havia limitação de tempo”.
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