terça-feira, 18 de setembro de 2012


António José Seguro durante a entrevista a Vítor Gonçalves, na RTP
António José Seguro durante a entrevista a Vítor Gonçalves, na RTP Fotografia © Álvaro Isidoro/Global Imagens
O secretário-geral do PS afirmou hoje, em entrevista à RTP, que recusa ir para o Governo sem que os "portugueses queiram".
António José Seguro recusou assim qualquer cenário de participar num Governo sem que antes haja eleições. "Se houver rutura", sustentou, será da "exclusiva responsabilidade" dos partidos da coligação, pois os portugueses "decidiram no ano passado" que o PS deveria ser oposição.
Sobre a hipótese de haver um Governo de salvação nacional, Seguro argumentou apenas que o necessário é ter um executivo "que promova a unidade nacional".
O líder socialista voltou a reafirmar a oposição absoluta do PS a medidas como o aumento das contribuições para a segurança social dos trabalhadores. "É imoral", afirmou, pois foi ultrapassada "uma linha vermelha".
Lembrou depois que o PS continua a apoiar as propostas constantes do acordo com a 'troika', em relação às quais o primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, optou por ultrapassar.
"O Governo acrescentou ao ajustamento mais quatro mil milhões de euros", argumentou o líder socialista.

E FAZ MUITO BEM.
QUEM COLOCOU O PAIS NESTA SITUAÇÃO QUE RECONHEÇA O ERRO E SE DEMITA EM BLOCO.
são fracos, mentirosos e incompetentes.

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