Falando à agência Lusa à margem do Congresso Internacional das Misericórdias, que termina hoje no Porto, o presidente emérito da CIM considerou que “não se está a tomar em atenção que as primeiras pessoas a serem atendidas são os pobres”.
Vítor Melícias assinalou que vê “com muita preocupação o assédio à própria dignidade do pobre enquanto pessoa humana e enquanto primeiro de todos os irmãos”.
O padre franciscano entende que a crise actual é “de valores e de lideranças, com a agravante de, pela prevalência dada aos critérios financeiros sobre os próprios critérios de economia e critérios sociais, se estar, aceleradamente, a agravar a insegurança das pessoas, quer a nível social, quer até a nível psicossocial”.
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