sexta-feira, 7 de setembro de 2012

O governo anunciou hoje novas medidas de austeridade, nomeadamente o aumento da contribuição para a Segurança Social exigida aos trabalhadores do sector privado para 18% e descer a contribuição exigida às empresas para o mesmo valor. A subida de 7 pontos percentuais na contribuição dos trabalhadores será igualmente “aplicável aos funcionários públicos e substitui o corte de um dos subsídios decidido há um ano.” No caso dos pensionistas e reformados, o corte dos dois subsídios permanecerá em vigor.
Veja aqui as reacções:
PS contra novos aumentos de impostos e diz que é tem de dizer "basta"
Miguel Beleza. Subida da contribuição para a Segurança Social traduz um aumento dos impostos
Jerónimo de Sousa apela aos portugueses que se "ergam" e "lutem" contra "roubo descarado" de salários
Bloco "indignado" com medidas que condenam país a mais pobreza
Mários Soares. Vamos ver” se portugueses aguentam novos sacrifícios
O antigo Presidente da República Mário Soares reiterou hoje a sua objeção a políticas de austeridade, questionando se os portugueses aguentarão os novos sacrifícios hoje anunciados pelo Governo.
"Vamos ver, vamos ver", disse o fundador do PS aos jornalistas, num comentário às novas medidas de austeridade hoje anunciadas pelo Governo, afirmando ainda que esta medida não irá resolver os problemas do país.
Ramalho Eanes “angustiado” diz já não ter tempo para ver o país melhorar
O antigo Presidente da República Ramalho Eanes manifestou hoje uma "certa angústia" por acreditar já não ter tempo de vida suficiente para ver Portugal recuperar de uma situação que diz "difícil, não negra".
"Sinto uma certa angústia porque entendo que já não tenho tempo para ver o país melhorar. E obviamente isso preocupa-me por tudo: pelo país, pelos meus filhos e pelos filhos dos outros", disse aos jornalistas em resposta às novas medidas de austeridade hoje anunciadas pelo Governo.
"Receio que continue a haver falta de equidade”, diz Jorge Miranda
O constitucionalista Jorge Miranda receia que "continue a haver falta de equidade" na distribuição de sacrifícios, no âmbito das medidas de austeridade hoje anunciadas pelo primeiro-ministro, Passos Coelho.
Adriano Moreira. "A pressão tributária tem limites"
Vasco Cordeiro (PS/Açores) critica agravamento da austeridade no país
Governo encontrou boa solução para problema complicado, diz Ferraz da Costa
CCP critica "aumento global da carga fiscal" que vai levar a mais contracção da procura
CGTP diz que medidas implicam corte de 4.000 milhões nos rendimentos dos trabalhadores
José Reis. Primeiro-ministro está a trair o sentido do acórdão do TC
“Chegou a altura de estabelecer roturas com este caminho”, diz Sampaio da Nóvoa

Só destoa o Dr. Ferraz da Costa que devia estar a dormir quando ouviu o n/ 1º.

O 1º. MINISTRO SATISFEZ AS EXIGÊNCIAS DA troika. Baixar salários, reduzir o consumo e aumentar o desemprego. Só que esta receita tem dado muito maus resultados em todos os paises onde é aplicada. A teoria antiga de que o mercado resolve tudo deu mau resultado e o FMI não aprende.
A agenda neoliberal do 1º. é fraca e dolorosa. Sem estratégia e com mais austeridade é ver Portugal a afundar-se.
Fazer esta triste comunicação ao País antes de acabar o exame da TROIKA só pode ter um objectivo: comprometer o governo portugues (Portas incluido) para que nada falhe no OE 2013. Se assim não fosse o cheque podia ficar pendente.

Sem comentários: