Seguro admite apresentar moção de censura ao governo e vota contra OE
Por Catarina Correia Rocha, publicado em 13 Set 2012 - 20:28 | Actualizado há 12 minutos 15 segundos
António José Seguro afirmou esta noite que se o governo não recuar na proposta que baixa a Taxa Social Única (TSU) às empresas, o PS avançará com uma moção de censura. O secretário-geral referiu ainda que o PS vai votar contra o Orçamento do Estado (OE) para 2013.
"Tudo faremos para impedir que o governo retire dinheiro aos trabalhadores para dar às empresas. O aumento da TSU dos trabalhadores em sete pontos percentuais, que retira mais do que um salário por ano a cada trabalhador, é uma decisão que nos indigna profundamente", declarou o líder socialista.
Numa breve declaração ao país, Seguro reafirmou que “os portugueses cumpriram e o governo falhou em toda a linha”, acrescentando que o executivo de Passos Coelho “quer repetir o erro em dose agravada para o próximo ano”.
“Passado um ano os portugueses estão mais pobres”, foram as palavras de Seguro que garantiu também que não será cúmplice desta política do governo. “O primeiro-ministro insiste teimosamente numa política sem futuro”, considerou.
Seguro anunciou que irá apresentar medidas para “diminuir os sacrifícios dos portugueses”, começando por anunciar uma proposta de imposto extraordinário sobre as Parcerias Público-privadas (PPP).
O líder dos socialistas considera ainda que “o primeiro-ministro governa sem rumo” e concluiu afirmando que “há uma linha que separa a austeridade da imoralidade.”
UMA COMUNICAÇÃO CURTA, OBJECTIVA E CLARA.
SEGURO ESTEVE BEM, FALOU CLARO E COM CONVICÇÃO.
É ASSIM QUE SE FAZ POLITICA: COM VERDADE, COM POSIÇÕES CLARAS E COM RESPONSABILIDADE.
Carlos Pinto
"Tudo faremos para impedir que o governo retire dinheiro aos trabalhadores para dar às empresas. O aumento da TSU dos trabalhadores em sete pontos percentuais, que retira mais do que um salário por ano a cada trabalhador, é uma decisão que nos indigna profundamente", declarou o líder socialista.
Numa breve declaração ao país, Seguro reafirmou que “os portugueses cumpriram e o governo falhou em toda a linha”, acrescentando que o executivo de Passos Coelho “quer repetir o erro em dose agravada para o próximo ano”.
“Passado um ano os portugueses estão mais pobres”, foram as palavras de Seguro que garantiu também que não será cúmplice desta política do governo. “O primeiro-ministro insiste teimosamente numa política sem futuro”, considerou.
Seguro anunciou que irá apresentar medidas para “diminuir os sacrifícios dos portugueses”, começando por anunciar uma proposta de imposto extraordinário sobre as Parcerias Público-privadas (PPP).
O líder dos socialistas considera ainda que “o primeiro-ministro governa sem rumo” e concluiu afirmando que “há uma linha que separa a austeridade da imoralidade.”
UMA COMUNICAÇÃO CURTA, OBJECTIVA E CLARA.
SEGURO ESTEVE BEM, FALOU CLARO E COM CONVICÇÃO.
É ASSIM QUE SE FAZ POLITICA: COM VERDADE, COM POSIÇÕES CLARAS E COM RESPONSABILIDADE.
Carlos Pinto
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