A ULTIMA CHANCE?
Num momento dificil e muito complicado da vida política portuguesa, não posso iniciar esta minha coluna sem que primeiro alerte os eleitores para a importância do VOTO em 20 de Feveriro de ...
A Democracia, a política e os políticos, a situação economico-financeira e social, obrigam-nos a todos a participar, desde já, nas alterações que queremos para o nosso País. Só com o nosso VOTO esclarecido, refkectido e consciente, poderemos exercer o direito de cidadania e a obrigação constitucional de servir Portugal.
VOLTAR A ACREDITAR é a palavra de ordem do partido socialista, que parte para esta campanha de cara levantada, assumindo alguns erros do passado, responsabilizando esta direita José, Paulo & Pedro,SA, das trapalhadas dos ultimos dois anos, da vergonhosa, escandalosa e desastrosa situação a que deixaram chegar o País.
Os políticos que concorrem às próximas eleições têm agora a derradeira oportunidade de fazer poarticipar os portugueses na mudança, na regeneração do sistema, e na salvação de Portugal. Para isso basta FALAR VERDADE aos portugueses. BASTA de tanta incompetência e de tanta trapalhada.
Devemos exigir projectos claros, programas credíveis e politicos capazes.
O ano de ... será o ano de viragem o ano da VERDADE e o ano de voltar a acreditar. É possível fazer melhor, mas sobretudo fazer diferente e dizer como e quando se faz.
Este é um caminho que como portugueses não podemos deixar de exigir sempre e até que os grandes problemas do País sejam resolvidos.
Na pré-campanha o que se começa a ver: um PS afirmativo, responsável,renovado, sem complexos e com ideias, tendo já avançado com coragem que: os residuos industriais perigosos vão ser esolvidos, ..............................................................................................................
Um pSD nervoso, desorientado, sem comando, sem ideias, nem ideais, voltando à carga já gasta "do fugitivo" esquecedo-se que foi bem pior a fuga do José Manuel para a cadeira dourada de Bruxelas, um PCP mais ortodoxo, tentando seguraR O seu eleitorado que se vai reduzindo, sem ideias de futuro, numa retórica ultrapassada e pouco credível, continuando a suportar Rui Rio no Porto e Fernando Seara em Sintra, para não falar de outras alianças à direita. A ortodoxia não dá lugar à renovaçao.
Do CDS nuita coisa haveria para dizer, mas as posições do seu lider são claras, populistas e desconexadas.
Quando o País enfrenta a maior CRISE desde o 25 de Abril: política, económica e social, que balanço faz o seu lider de dois anos de governação: milhões e milhões de euros comprometidos em submarinos, carros de combate, aviões usados, substituição de espingardas e vends de patrimonio, num País que precisa de emprego, de paz, de progresso e de coesão social, é absurdo vir a público vangloriar-se do feito "heroico" de renovação de armamentoe de camuflagem do défice com venda de património.
Num País com FOME e cada vez mais atrazado em relação à Europa, a proposta é populista, belicista e atrevida; o BE assumindo o seu posicionamento, luta pela afirmação à esquerda, com algum realismo, com propostas que a serem verdadeiras poderão contribuir para um novo ciclo político de VERDADE e de reforça da DEMOCRACIA representativa e Participativa de todos os cidadãos
Esta é para mim a derradeira oportunidade de virarmos uma página muito triste da nossa HISTORIA.
Carlos Pinto
PODIA SER UM ARTIGO PARA PUBLICAR DAQUI POR UNS MESES (POUCOS).
MAS FOI ESCRITO EM 21 de Dezembro de 2004 (há 8 anos) para um jornal local.
Que cada um reflita e haja em conformidade porque a situação vai repetir-se para pior-
Carlos Pinto
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