segunda-feira, 8 de outubro de 2012

Cavaco alerta para efeitos recessivos da austeridade

Cavaco Silva diz que políticos não podem ignorar manifestações
Presidente faz manchete no maior jornal económico espanhol, ao qual diz que as manifestações populares não devem ser ignoradas.
08-10-2012 7:18
 
Numa entrevista publicada esta segunda-feira no jornal espanhol “Expansión”, o Presidente da República deixa um aviso para os efeitos recessivos da austeridade.

Cavaco Silva recusa-se a fazer uma avaliação das mais recentes medidas anunciadas pelo Governo, mas avança que as expectativas dos empresários são fracas.

Ao maior jornal económico de Espanha, o chefe de Estado reconhece a contestação na rua e afirma que os políticos não podem ignorar as manifestações.

Sobre a política europeia, considera que as instituições europeias, incluindo o Banco Central, têm tendência a chegar tarde e sobre a chanceler alemã, Angela Merkel, diz ser preciso reconhecer que os egoísmos nacionais cresceram muito nos últimos anos, enquanto a solidariedade desceu.

Cavaco Silva acredita que a líder do Governo alemão tem uma vontade firme de combater a crise do euro, mas admite que gostaria que Merkel fosse mais consistente na sua defesa.

O EXMº. SENHOR PRESIDENTE DA REPUBLICA ANIBAL CAVACO SILVA JÁ NÃO ME ESPANTA. ENVERGONHA-ME.
EX-MINISTRO DAS FINANÇAS, EX-1º. MINISTRO E ACTUAL PR, ESTÁ COMO O HASTEAR DA BANDEIRA DO 5 DE OUTUBRO: ANDA SEMPRE AO CONTRÁRIO. NO DIA 5 DE OUTUBRO FALA DE EDUCAÇÃO. DÁ UMA ENTEVISTA E FALA DE AUSTERIDADE PARA UM JORNAL ESTRANGEIRO.
NUNCA FOI POLITICO MAS NÃO FAZ OUTRA COISA HÁ MAIS DE 30 ANOS.
NUNCA FOI POLITICO MAS FOI PRESIDENTE DE UM PARTIDO POLITICO.
NÃO GOSTA DA AUSTERIDADE MAS NÃO ENVIA PARA O TC O ROUBO DOS SUBSIDIOS.
ACHA QUE O PAIS ESTÁ MAL MAS NÃO TOMA MEDIDAS.
ABREM-SE CRISES SUCESSIVAS NA COLIGAÇÃO E NO GOVERNO MAS NÃO SE APERCEBE.
O REGULAR FUNCIONAMENTO DAS INSTITUIÇÕES JÁ NÃO EXISTE MAS NÃO SE CUMPRE A CONSTITUIÇÃO.
BOLAS! ASSIM PARA QUE QUEREMOS UM PR?
Carlos Pinto 

1 comentário:

Anónimo disse...

Melhor fora que, em lugar de andar a dar palpites por interposto jornal estrageiro, dissesse aos portugueses o que realmente pensa, se é que pensa, e que se propõe.