João César das Neves defende em artigo de opinião que a despesa pública "é um traço estrutural português só resolvido em ditadura".
"Parece definitivo: em democracia Portugal nunca conseguirá controlar a despesa pública. Se o ministro Vítor Gaspar, no seu segundo orçamento, com maioria absoluta, vasta experiência técnica e sob ameaça da troika, não obtém melhor que isto, ninguém o fará", escreve hoje o economista num artigo de opinião publicado no Diário de Notícias.
Para César das Neves, este problema "não é pontual", pelo que "trocar de Governo" não mudaria as coisas. "É um traço estrutural português só resolvido em ditadura. (...) "Perante tal realidade não faz sentido o jogo da fulanização, pensando que trocar de Governo mudaria as coisas. As alternativas são iguais ou piores", sublinha.
Resta a Portugal, prossegue, agarrar na esperança das palavras do Ministro das Finanças, quando durante a apresentação do Orçamento do Estado para 2013 afirmou que "estão a ser identificados cortes de despesa que totalizarão 4000 milhões de euros em 2013 e 2014".
Ou então agarrar na esperança da economia. "Podemos reagir como em 1978 e 1983. Em ambos os programas anteriores do FMI a despesa subiu sempre e o défice até aumentou. Felizmente, face ao desregramento do Estado, a economia reagiu, trabalhou e poupou mais debaixo do ataque fiscal, e conseguiu reequilibrar a situação. É verdade que havia taxa de câmbio, mas ela só serve para enganar os trabalhadores. Não é óbvio que a actual geração de agentes económicos consiga fazer o que os seus pais fizeram há 30 anos. Mas a única esperança está na economia", conclui César das Neves
ESTE GAJO OU ENDOIDECEU OU QUER DAR NAS VISTAS COM OS DISPARATES QUE DE VEZ QUANDO LARGA.
EM 1978 E 1983 COM A VINDA DO FMI PORTUGAL TINHA MOEDA PROPRIA E DESVALORIZOU.
O EMPRESTIMO EM 1983 FOI DE 750 MILHÕES E AGORA É DE 75 MIL MILHÕES DE EUROS.
ENTÃO JÁ NÃO HÁ GORDURAS PARA CORTAR. ERA UM DOS QUE DIZIA TODOS OS DIAS QUE HAVIA MUITA GORDURA.
SÓ EM DITADURA? QUE GRANDE DISPARATE.
E AS DIVIDAS DO JAPÃO, EUA, REINO UNIDO, ITALIA, FRANÇA, ALEMANHA E OUTROS COMO SERÃO RESOLVIDOS, COM UMA GUERRA?
BASTAVA LER AS PROPOSTAS DE UM CONSELHEIRO DE ESTADO FRANCES PARA PERCEBER COMO O PROBLEMA SE RESOLVE.
BASTAVA LER STIGLITZ OU KRUGMAN, DOIS NOBEL, PARA EMTENDER COMO SE RESOLVE A QUESTÃO DAS DIVIDAS SOBERANAS.
CADA UM ESCOLHE O REGIME QUE QUER, MAS A GRANDE MAIORIA NÃO QUER DE NOVO O FASCISMO.
DEIXE-SE DE PARVOICES E DE GAROTICES.
Carlos Pinto
"Parece definitivo: em democracia Portugal nunca conseguirá controlar a despesa pública. Se o ministro Vítor Gaspar, no seu segundo orçamento, com maioria absoluta, vasta experiência técnica e sob ameaça da troika, não obtém melhor que isto, ninguém o fará", escreve hoje o economista num artigo de opinião publicado no Diário de Notícias.
Para César das Neves, este problema "não é pontual", pelo que "trocar de Governo" não mudaria as coisas. "É um traço estrutural português só resolvido em ditadura. (...) "Perante tal realidade não faz sentido o jogo da fulanização, pensando que trocar de Governo mudaria as coisas. As alternativas são iguais ou piores", sublinha.
Resta a Portugal, prossegue, agarrar na esperança das palavras do Ministro das Finanças, quando durante a apresentação do Orçamento do Estado para 2013 afirmou que "estão a ser identificados cortes de despesa que totalizarão 4000 milhões de euros em 2013 e 2014".
Ou então agarrar na esperança da economia. "Podemos reagir como em 1978 e 1983. Em ambos os programas anteriores do FMI a despesa subiu sempre e o défice até aumentou. Felizmente, face ao desregramento do Estado, a economia reagiu, trabalhou e poupou mais debaixo do ataque fiscal, e conseguiu reequilibrar a situação. É verdade que havia taxa de câmbio, mas ela só serve para enganar os trabalhadores. Não é óbvio que a actual geração de agentes económicos consiga fazer o que os seus pais fizeram há 30 anos. Mas a única esperança está na economia", conclui César das Neves
ESTE GAJO OU ENDOIDECEU OU QUER DAR NAS VISTAS COM OS DISPARATES QUE DE VEZ QUANDO LARGA.
EM 1978 E 1983 COM A VINDA DO FMI PORTUGAL TINHA MOEDA PROPRIA E DESVALORIZOU.
O EMPRESTIMO EM 1983 FOI DE 750 MILHÕES E AGORA É DE 75 MIL MILHÕES DE EUROS.
ENTÃO JÁ NÃO HÁ GORDURAS PARA CORTAR. ERA UM DOS QUE DIZIA TODOS OS DIAS QUE HAVIA MUITA GORDURA.
SÓ EM DITADURA? QUE GRANDE DISPARATE.
E AS DIVIDAS DO JAPÃO, EUA, REINO UNIDO, ITALIA, FRANÇA, ALEMANHA E OUTROS COMO SERÃO RESOLVIDOS, COM UMA GUERRA?
BASTAVA LER AS PROPOSTAS DE UM CONSELHEIRO DE ESTADO FRANCES PARA PERCEBER COMO O PROBLEMA SE RESOLVE.
BASTAVA LER STIGLITZ OU KRUGMAN, DOIS NOBEL, PARA EMTENDER COMO SE RESOLVE A QUESTÃO DAS DIVIDAS SOBERANAS.
CADA UM ESCOLHE O REGIME QUE QUER, MAS A GRANDE MAIORIA NÃO QUER DE NOVO O FASCISMO.
DEIXE-SE DE PARVOICES E DE GAROTICES.
Carlos Pinto
1 comentário:
Por uma questão de higiene mental não leio a coluna deste fulano num dos jornais que leio.
Enviar um comentário