Um grupo de jornalistas, entre os quais Diana Andringa e Adelino Gomes, divulgaram hoje uma carta aberta, intitulada "Pelo jornalismo, pela democracia", a alertar para a crise que afeta os meios de comunicação social em Portugal.
"A crise que abala a maioria dos órgãos de informação em Portugal pode parecer aos mais desprevenidos uma mera questão laboral ou mesmo empresarial. Trata-se, contudo, de um problema mais largo e mais profundo, e que, ao afetar um setor estratégico, se reflete de forma negativa e preocupante na organização da sociedade democrática", refere a carta aberta, a que a Lusa teve acesso.
"O jornalismo não se resume à produção de notícias e muito menos à reprodução de informações que chegam à redação. Assenta na verificação e na validação da informação, na atribuição de relevância às fontes e acontecimentos, na fiscalização dos diferentes poderes e na oferta de uma pluralidade de olhares e de pontos de vista que deem aos cidadãos um conhecimento informado do que é do interesse público, estimulem o debate e o confronto de ideias e permitam a multiplicidade de escolhas que caracteriza as democracias", adianta o documento.
HÁ DEZ ANOS QUE SE VEM ESCREVENDO E ALERTANDO PARA O QUE PODERIA VIR A ACONTECER NA COMUNICAÇÃO SOCIAL.
O DINHEIRO TOMOU CONTA DA POLITICA, CAPTUROU OS GOVERNOS E MANIETOU A COMUNICAÇÃO SOCIAL.
QUEM NÃO É POR MIM É CONTRA MIM. ESTE É O LEMA QUE OS SENHOR DO CAPITAL SEGUEM À RISCA MAS MANSOS.
DESDE 1982 QUE A SITUAÇÃO SE VAI ALTERANDO PAULATINAMENTE PARA NÃO ASSUSTAR.
OS RESULTADOS ESTÃO À VISTA. NESTE MOMENTO O VELHO CONTINENTE É ATINGIDO EM CHEIO. OS POVOS SÃO SACRIFICADOS. OS TRABALHADORES ESMIFRADOS ATÉ AO TUTANO.
TEMOS DE NOS LEVANTAR E DIZER BASTA.
TEMOS DE DEFENDER A DEMOCRACIA E A LIBERDADE DE IMPRENSA CUSTE O QUE CUSTAR.
TEMOS DE DEFENDER UM SINDICALISMO LIVRE E DEMOCRATICO.
TEMOS DE EXIGIR AOS PARTIDOS POL´
ITICOS QUE ACORDEM
Carlos Pinto
"O jornalismo não se resume à produção de notícias e muito menos à reprodução de informações que chegam à redação. Assenta na verificação e na validação da informação, na atribuição de relevância às fontes e acontecimentos, na fiscalização dos diferentes poderes e na oferta de uma pluralidade de olhares e de pontos de vista que deem aos cidadãos um conhecimento informado do que é do interesse público, estimulem o debate e o confronto de ideias e permitam a multiplicidade de escolhas que caracteriza as democracias", adianta o documento.
HÁ DEZ ANOS QUE SE VEM ESCREVENDO E ALERTANDO PARA O QUE PODERIA VIR A ACONTECER NA COMUNICAÇÃO SOCIAL.
O DINHEIRO TOMOU CONTA DA POLITICA, CAPTUROU OS GOVERNOS E MANIETOU A COMUNICAÇÃO SOCIAL.
QUEM NÃO É POR MIM É CONTRA MIM. ESTE É O LEMA QUE OS SENHOR DO CAPITAL SEGUEM À RISCA MAS MANSOS.
DESDE 1982 QUE A SITUAÇÃO SE VAI ALTERANDO PAULATINAMENTE PARA NÃO ASSUSTAR.
OS RESULTADOS ESTÃO À VISTA. NESTE MOMENTO O VELHO CONTINENTE É ATINGIDO EM CHEIO. OS POVOS SÃO SACRIFICADOS. OS TRABALHADORES ESMIFRADOS ATÉ AO TUTANO.
TEMOS DE NOS LEVANTAR E DIZER BASTA.
TEMOS DE DEFENDER A DEMOCRACIA E A LIBERDADE DE IMPRENSA CUSTE O QUE CUSTAR.
TEMOS DE DEFENDER UM SINDICALISMO LIVRE E DEMOCRATICO.
TEMOS DE EXIGIR AOS PARTIDOS POL´
ITICOS QUE ACORDEM
Carlos Pinto
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