Novas "medidas de contingência" em 2013 se houver nova derrapagem orçamental
Por Agência Lusa, publicado em 25 Out 2012 - 16:45 | Actualizado há 8 minutos 45 segundos
O Governo português compromete-se a tomar "as medidas de contingência necessárias" em 2013 no caso de uma nova derrapagem orçamental.
Na quinta revisão do memorando de entendimento com Portugal, hoje divulgada pelo Fundo Monetário Internacional (FMI), o Governo português explica as medidas através das quais tenciona cumprir a meta revista para o défice orçamental em 2013 (5 por cento do PIB)
Essas medidas são as constantes da proposta de Orçamento do Estado para 2013, que o Executivo garante serem “concebidas com vista a limitar o seu impacto sobre o crescimento e a proteger os segmentos mais pobres” da população.
A redução de 1,5 pontos percentuais do PIB no défice real obriga a um “grande ajustamento”. O Executivo reconhece que há “riscos de implementação associados a este ajustamento.
Se, como em 2012, houver uma derrapagem nas contas públicas, o Governo compromete-se a tomar novas medidas no próximo ano.
“Estamos prontos a introduzir as medidas de contingência que sejam necessárias ao longo de 2013”, lê-se no documento.
Na quarta-feira, o comité executivo do FMI aprovou o pagamento de uma nova tranche de 1.500 milhões de euros da sua parte do empréstimo de 78 mil milhões de euros a Portugal.
Em comunicado divulgado na quarta-feira à noite, depois da aprovação do pagamento da nova tranche, o FMI considerou que as perspetivas externas e o desemprego em Portugal dificultam o cumprimento dos objetivos do programa de ajustamento, sublinhando que "são precisos esforços adicionais" para consolidar as contas e impulsionar o crescimento.
SENHOR PRESIDENTE DA REPUBLICA:
COM ESTE 1º. MINISTRO NÃO VAMOS LÁ E PORTUGAL AFUNDA-SE POR MUITOS ANOS.
UM POLITICO ASSUSTADO COMO O 1º. MINISTRO E TOTALMENTE DE JOELHOS PERANTE O FMI É PERIGOSO.
OU O SENHOR PRESIDENTE CHAMA ESTA GENTE À RAZÃO OU O POVO TEM DE DIZER BASTA.
GOVERNAR COM ESTES INCOMPETENTES NÃO É POSSÍVEL RESPONDER À CRISE NA EUROPA.
TOMAM MEDIDAS DURISSIMAS PARA O POVO E PARA OS MAIS POBRES E TÊM O DESCARAMENTO PERANTE UM COMUNICADO DO FMI, VIR DIZER QUE SE AS CONTAS PUBLICAS DERRAPAREM COMO ESTE ANO ESTÃO PRONTOS A TOMAR MAIS MEDIDAS NO PRÓXIMO ANO E JÁ ASSUMEM O COMPROMISSO PÚBLICO. SE ISTO NÃO É UM PEDIDO PARA O SENHOR PRESIDENTE DEMITIR O PARLAMENTO O QUE É?
SÓ FALA ASSIM QUEM JÁ NÃO TEM SOLUÇÕES PARA VENCER A CRISE E PRETENDE FUGIR PARA NÃO ASSUMIR RESPONSABILIDADES.
COMO ESTE OE NÃO SERVE PORTUGAL E OS PORTUGUESES JÁ DISSERAM NA RUA QUE NÃO O QUEREM SÓ HÁ UM CAMINHO: DAR A PALAVRA AO POVO.
Carlos Pinto
Na quinta revisão do memorando de entendimento com Portugal, hoje divulgada pelo Fundo Monetário Internacional (FMI), o Governo português explica as medidas através das quais tenciona cumprir a meta revista para o défice orçamental em 2013 (5 por cento do PIB)
Essas medidas são as constantes da proposta de Orçamento do Estado para 2013, que o Executivo garante serem “concebidas com vista a limitar o seu impacto sobre o crescimento e a proteger os segmentos mais pobres” da população.
A redução de 1,5 pontos percentuais do PIB no défice real obriga a um “grande ajustamento”. O Executivo reconhece que há “riscos de implementação associados a este ajustamento.
Se, como em 2012, houver uma derrapagem nas contas públicas, o Governo compromete-se a tomar novas medidas no próximo ano.
“Estamos prontos a introduzir as medidas de contingência que sejam necessárias ao longo de 2013”, lê-se no documento.
Na quarta-feira, o comité executivo do FMI aprovou o pagamento de uma nova tranche de 1.500 milhões de euros da sua parte do empréstimo de 78 mil milhões de euros a Portugal.
Em comunicado divulgado na quarta-feira à noite, depois da aprovação do pagamento da nova tranche, o FMI considerou que as perspetivas externas e o desemprego em Portugal dificultam o cumprimento dos objetivos do programa de ajustamento, sublinhando que "são precisos esforços adicionais" para consolidar as contas e impulsionar o crescimento.
SENHOR PRESIDENTE DA REPUBLICA:
COM ESTE 1º. MINISTRO NÃO VAMOS LÁ E PORTUGAL AFUNDA-SE POR MUITOS ANOS.
UM POLITICO ASSUSTADO COMO O 1º. MINISTRO E TOTALMENTE DE JOELHOS PERANTE O FMI É PERIGOSO.
OU O SENHOR PRESIDENTE CHAMA ESTA GENTE À RAZÃO OU O POVO TEM DE DIZER BASTA.
GOVERNAR COM ESTES INCOMPETENTES NÃO É POSSÍVEL RESPONDER À CRISE NA EUROPA.
TOMAM MEDIDAS DURISSIMAS PARA O POVO E PARA OS MAIS POBRES E TÊM O DESCARAMENTO PERANTE UM COMUNICADO DO FMI, VIR DIZER QUE SE AS CONTAS PUBLICAS DERRAPAREM COMO ESTE ANO ESTÃO PRONTOS A TOMAR MAIS MEDIDAS NO PRÓXIMO ANO E JÁ ASSUMEM O COMPROMISSO PÚBLICO. SE ISTO NÃO É UM PEDIDO PARA O SENHOR PRESIDENTE DEMITIR O PARLAMENTO O QUE É?
SÓ FALA ASSIM QUEM JÁ NÃO TEM SOLUÇÕES PARA VENCER A CRISE E PRETENDE FUGIR PARA NÃO ASSUMIR RESPONSABILIDADES.
COMO ESTE OE NÃO SERVE PORTUGAL E OS PORTUGUESES JÁ DISSERAM NA RUA QUE NÃO O QUEREM SÓ HÁ UM CAMINHO: DAR A PALAVRA AO POVO.
Carlos Pinto
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