O primeiro-ministro foge da cerimónia oficial da comemoração da implantação da República, preferindo um encontro de bisca com uns seus amigos íntimos, algures, fazendo-se representar, não por um ministro de Estado (o Vítor ou o Portas), mas por uma figura secundária do governo, o hífen, nem sequer respeitando a presidência da República.
Depois, alguém arma uma espécie de cilada, fazendo com que António Costa e Cavavo içassem a bandeira nacional de pernas para o ar. A não ser que a bandeira tenha sido oferecida pela EDP já com defeito por ser de fabrico chino e de que ninguém se apercebeu (vá lá que em lugar dos castelos não apareceram os pagodes).
Mau grado o PR não ter querido sujeitar-se a uns apupos do povoléu e mandar que a cerimónio decorrese em espaço fechado, com acesso por convite, houve quem conseguisse furar a segurança e ir dizer da sua desdita ou cantasse a indignação que por aqui vai.
E assim decorreu a comemoração do último feriado do 5 de Outubro, com um discurso presidencial pobre, pobrezinho, choradinho, sem garra, sem esperança, feito de lugares comuns.
António Costa afirmou que o 5 de Outubro irá continuar a ser comemorado em Lisboa, mas não é a mesma coisa, pois não?
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