Depois de forte queda este ano, os salários reais voltarão a aumentar em 2013, em 0,6%, o dobro do registado na zona euro, diz Bruxelas.
Os salários reais dos portugueses vão voltar a aumentar em 2013, depois de uma queda brutal este ano. Segundo as previsões económicas da Comissão Europeia hoje divulgadas, os salários reais sobem 0,6% em 2013, depois de uma queda de 5,1% este ano.
Um aumento que está em linha com o aumento da produtividade esperada para 2013 mas que é o dobro do registado na zona euro (0,3% em 2013 e 2014), um facto que aparentemente contraditório com a percepção de crise e que pode ser parcialmente explicado pela devolução dos subsídios aos funcionários públicos.
De qualquer forma, será sol de pouca dura porque em 2014, os salários reais voltarão a cair 0,9%. Nas previsões de Bruxelas, o maior fosso registado nos salários é sem dúvida este ano que agora finda, embora não haja nenhum sinal de recuperação significativa nos próximos anos.
Na Alemanha, os salários reais crescem entre 1% este ano e 1,3% em 2014, ou seja face a Portugal há um crescente reequilíbrio da competitividade medida pelo factor salário, sobretudo entre 2011 e 2012.
O consumo privado em Portugal vai continuar a recuar em 2013, passando de 1% nas anteriores previsões para 1,7% agora, mas nada que se compare com a queda de 5,9% registada este ano. Bruxelas projecta uma recuperação deste indicador para 0,2% em 2014.
A produtividade do trabalho estará em 2013 em média da zona euro, mas em 2014 voltará a ficar meio ponto abaixo, enquanto os custos unitários do trabalho aumentam 0,9% em 2013 e caiem 0,1% em 2014
SE ESTA GENTE NÃO ENDOIDECEU ANDA A TREINAR
Os salários reais dos portugueses vão voltar a aumentar em 2013, depois de uma queda brutal este ano. Segundo as previsões económicas da Comissão Europeia hoje divulgadas, os salários reais sobem 0,6% em 2013, depois de uma queda de 5,1% este ano.
Um aumento que está em linha com o aumento da produtividade esperada para 2013 mas que é o dobro do registado na zona euro (0,3% em 2013 e 2014), um facto que aparentemente contraditório com a percepção de crise e que pode ser parcialmente explicado pela devolução dos subsídios aos funcionários públicos.
De qualquer forma, será sol de pouca dura porque em 2014, os salários reais voltarão a cair 0,9%. Nas previsões de Bruxelas, o maior fosso registado nos salários é sem dúvida este ano que agora finda, embora não haja nenhum sinal de recuperação significativa nos próximos anos.
Na Alemanha, os salários reais crescem entre 1% este ano e 1,3% em 2014, ou seja face a Portugal há um crescente reequilíbrio da competitividade medida pelo factor salário, sobretudo entre 2011 e 2012.
O consumo privado em Portugal vai continuar a recuar em 2013, passando de 1% nas anteriores previsões para 1,7% agora, mas nada que se compare com a queda de 5,9% registada este ano. Bruxelas projecta uma recuperação deste indicador para 0,2% em 2014.
A produtividade do trabalho estará em 2013 em média da zona euro, mas em 2014 voltará a ficar meio ponto abaixo, enquanto os custos unitários do trabalho aumentam 0,9% em 2013 e caiem 0,1% em 2014
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