Cortar em salários e pensões não chega. Também não é
suficiente reduzir 35 mil empregos públicos em três anos, como previa o
memorando. É preciso chegar a um corte de 60 mil a 120 mil, defende o FMI.
O setor público tem de reduzir entre 60 mil e 120 mil empregos nos próximos
anos face à presente situação, defende a equipa do Fundo Monetário Internacional
(FMI) no estudo sobre a reforma do Estado. No cenário maximalista, significa que
a proposta, ontem conhecida, pretende quase triplicar (até final de 2014 ou
2015) o ritmo de emagrecimento no número de funcionários previsto no memorando
da troika.
COMO NUNCA RECONHECEM O FALHANÇO DAS MEDIDAS QUEREM CONTINUAR A DESTRUIR O PAIS.
ESTES SENHORES DO FMI SÃO CRIMINOSOS ENCARTADOS.
SE O POVO NÃO ACORDA ESTAMOS MUITO MAL. QUANDO DEREM CONTA É TARDE DE MAIS.
JÁ ACONTECEU NOUTROS PAISES. A RECEITA É SEMPRE A MESMA.
COMO NUNCA RECONHECEM O FALHANÇO DAS MEDIDAS QUEREM CONTINUAR A DESTRUIR O PAIS.
ESTES SENHORES DO FMI SÃO CRIMINOSOS ENCARTADOS.
SE O POVO NÃO ACORDA ESTAMOS MUITO MAL. QUANDO DEREM CONTA É TARDE DE MAIS.
JÁ ACONTECEU NOUTROS PAISES. A RECEITA É SEMPRE A MESMA.
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