Goldman Sachs e Shell galardoados com "prémios da vergonha" 2013
Por Agência Lusa, publicado em 24 Jan 2013 -
O banco norte-americano Goldman Sachs e a petrolífera holandesa-britânica Shell foram galardoados com os “prémios da vergonha” 2013 atribuídos pela Greenpeace e pela organização não-governamental suíça Declaração de Berna, foi hoje divulgado.
Os prémios são entregues anualmente à margem do Fórum Económico Mundial de Davos a empresas acusadas de “violação dos direitos humanos” e de “crimes ambientais particularmente graves”.
“Este ano premiamos duas empresas que representam de modo exemplar (…) aquelas cujos crimes a nível social e ecológico revelam o lado negro de uma globalização focada exclusivamente no lucro”, indicou a organização, citada pela agência noticiosa espanhola EFE.
O Goldman Sachs obteve o prémio do júri enquanto “ator central da globalização, alimentando os lucros de uma minoria rica através de enormes desigualdades e do empobrecimento de grandes segmentos da população”.
A Greenpeace e a Declaração de Berna criticaram ainda o facto dos dirigentes do Goldman Sachs ocuparem alternadamente cargos no banco e cargos públicos ou políticos “garantindo os negócios de amanhã”.
“Os produtos derivados do Goldman Sachs, que permitiram à Grécia integrar a União Monetária de modo fraudulento, hipotecaram o futuro da população grega”, considerou Andreas Missbach, especialista financeira da Declaração de Berna.
Chamando a atenção para os números do desemprego na Grécia – “400.000 desempregados antes da crise e agora 1.400.000” – a jornalista grega Evridiki Bersi salientou: “o pior é que o Goldman Sachs e os seus parceiros não vão parar na Grécia, Portugal e Espanha, estão à procura de novas vítimas e serão os cidadãos de outros países europeus”.
O prémio do público, com 41.800 votos obtidos através da Internet, coube à Shell, acusada de ter contribuído para as alterações climáticas, através das suas explorações petrolíferas no Ártico.
A Shell, com aqueles furos num dos “últimos paraísos naturais sobre a terra põe em risco quatro milhões de pessoas assim como uma incrível vida selvagem”.
Missbach recordou que a Shell tem “a honra” de receber o prémio pela segunda vez, depois de em 2005 ter sido "galardoada" pelas suas atividades poluidoras na Nigéria.
ALGUNS ESTÃO A FAZER COMISSÃO DE SERVIÇO NO GOVERNO DE PORTUGAL, GRECIA, IRLANDA E ITALIA.
O QUE PASSA NA NIGÉRIA É CRIMINOSO E O POVO SOFRE.
Os prémios são entregues anualmente à margem do Fórum Económico Mundial de Davos a empresas acusadas de “violação dos direitos humanos” e de “crimes ambientais particularmente graves”.
“Este ano premiamos duas empresas que representam de modo exemplar (…) aquelas cujos crimes a nível social e ecológico revelam o lado negro de uma globalização focada exclusivamente no lucro”, indicou a organização, citada pela agência noticiosa espanhola EFE.
O Goldman Sachs obteve o prémio do júri enquanto “ator central da globalização, alimentando os lucros de uma minoria rica através de enormes desigualdades e do empobrecimento de grandes segmentos da população”.
A Greenpeace e a Declaração de Berna criticaram ainda o facto dos dirigentes do Goldman Sachs ocuparem alternadamente cargos no banco e cargos públicos ou políticos “garantindo os negócios de amanhã”.
“Os produtos derivados do Goldman Sachs, que permitiram à Grécia integrar a União Monetária de modo fraudulento, hipotecaram o futuro da população grega”, considerou Andreas Missbach, especialista financeira da Declaração de Berna.
Chamando a atenção para os números do desemprego na Grécia – “400.000 desempregados antes da crise e agora 1.400.000” – a jornalista grega Evridiki Bersi salientou: “o pior é que o Goldman Sachs e os seus parceiros não vão parar na Grécia, Portugal e Espanha, estão à procura de novas vítimas e serão os cidadãos de outros países europeus”.
O prémio do público, com 41.800 votos obtidos através da Internet, coube à Shell, acusada de ter contribuído para as alterações climáticas, através das suas explorações petrolíferas no Ártico.
A Shell, com aqueles furos num dos “últimos paraísos naturais sobre a terra põe em risco quatro milhões de pessoas assim como uma incrível vida selvagem”.
Missbach recordou que a Shell tem “a honra” de receber o prémio pela segunda vez, depois de em 2005 ter sido "galardoada" pelas suas atividades poluidoras na Nigéria.
ALGUNS ESTÃO A FAZER COMISSÃO DE SERVIÇO NO GOVERNO DE PORTUGAL, GRECIA, IRLANDA E ITALIA.
O QUE PASSA NA NIGÉRIA É CRIMINOSO E O POVO SOFRE.
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