o Prefácio do VII volume dos Roteiros, Cavaco responde aos que lhe acusam de inacção. Leia aqui o documento na íntegra.
No documento de 20 páginas, publicado para assinalar o segundo ano do segundo mandato em Belém, o Presidente da República salienta, a nível interno, a sua actuação para “preservar os consensos políticos e sociais”, recusando fazer “declarações inflamadas na praça pública para satisfazer os instintos de certa comunicação social, de alguns analistas políticos e de muitos daqueles que pretendem contestar as instituições”; a nível externo, Cavaco Silva lembra, por exemplo, a defesa de um papel mais activo da parte do Banco Central Europeu. Em nenhuma das partes o Governo de Passos Coelho é alvo de críticas directas.
ESTE SENHOR JÁ NÃO ME SURPREENDE PORQUE NUNCA ACREDITEI NELE.
AGORA DEFENDE O GOVERNO MAS NO ANTERIOR AJUDOU A DERRUBÃ-LO.
O PAÍS É O MESMO E A SITUAÇÃO PIOROU E MUITO.
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