segunda-feira, 22 de abril de 2013

Derivado


 
Derivados (derivatives) são instrumentos financeiros cujo valor deriva do valor de outras coisas. Geralmente tomam a forma de contratos, que estabelecem trocas de dinheiro (cash flows) entre duas partes, numa data futura. O montante destas trocas, ou pagamentos, pode variar com base no valor de um activo subjacente (
Negociação de derivados no Chicago Board of Trade.
Negociação de derivados no Chicago Board of Trade.
underlying asset)
. A duração dos contratos pode ir desde alguns meses a 20 ou mais anos.
Quando se negoceia um derivado estamos no mercado a prazo (forward market) já que se contrata hoje mas só se entrega amanhã. O seu principal uso é a cobertura do risco (hedging) de uma das partes do contrato, transferindo esse risco para a contraparte, que o aceita em troca de um retorno potencialmente substancial. Os derivados são também amplamente utilizados para especulação, nomeadamente quando se trata de derivados padronizados, cotados em mercados regulamentados.
A vasta gama de riscos que se pode pretender transferir, ou seja, de possíveis activos subjacentes e de alternativas de pagamento, deu lugar a que um número imenso de contratos de derivados estejam disponíveis para negociação nos mercados. Os principais tipos de derivados são os futuros (futures), os contratos a prazo (forwards), as opções (options) e os swaps. Também são derivados os warrants autónomos e os certificados.
Os derivados podem ter como activos subjacentes mercadorias e matérias-primas, acções, obrigações, taxas de juro, taxas de câmbio, ou índices (tais como índices de acções, índices de preços no consumidor (inflação), índices sobre condições atmosféricas, ou até índices sobre outros derivados). É o desempenho destes activos e índices que determina tanto o montante como o ritmo dos pagamentos que resultam do derivado.

VAMOS TER UMA SEMANA DE SWAPS, DE POTENCIAIS PERDAS, DE GARANTIA DE TAXAS E ETC. É TUDO PALAVRIADO DO JOGO DE CASINO DESTA ECONOMIA SELVAGEM E PERIGOSA. SÃO PRODUTOS FINANCEIROS A QUE AS EMPRESAS PUBLICAS NÃO DEVIAM RECORRER PORQUE TÊM GRANDES RISCOS DE PREVIZIBILIDADE REDUZIDA.
ESTOU MESMO A VER, PELO COMUNICADO EMITIDO, A DEFENDER A SUA SECRETÁRIA DE ESTADO, O MINISTRO DAS FINANÇAS GASPAR A, PAUSADAMENTE, DAR EXPLICAÇÕES TÉCNICAS QUE NINGUÉM VAI PERCEBER. AS POTENCIAIS PERDAS EXISTEM E SÃO GRANDES, MAS SÓ FINAL DO CONTRATO, QUE PODE IR ATÉ 20 ANOS, SE SABERÁ. OS MERCADOS FINANCEIROS ESTÃO RECHEADOS DE MUITAS ARMADILHAS.
E É INTERESSANTE QUE OS PRINCIPAIS BANCOS METIDOS NISTO SÃO ESTRANGEIROS E NORMALMENTE OS QUE NOS DÃO CREDIBILIDADE INTERNACIONAL PARA IRMOS AOS MERCADOS. E É DESTES QUE O GASPAR GOSTA. DEVE TER COM ELES UM CONTRATO DE "FUTUROS" PARA FALAR LINGUAGEM FINANCEIRA.
COMO VAI SER O PRATO DA SEMANA FIZ O MEU PAPEL.
O uso de derivados deve ser cuidadosamente considerado pelos investidores, porque permite grandes alavancagens cujos prejuízos podem exceder largamente o capital investido nestes
 

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