Agência de notação financeira chama a atenção para as consequências nefastas para o desemprego
A Moody's reviu em baixa a previsão de crescimento da zona euro, esperando uma recessão até 1% este ano, e considera que o risco de um país sair da moeda única é mais elevado devido à quebra de solidariedade percecionada.
Na atualização de maio do 'Outlook' para 2013 e 2014, a agência de ‘rating’ [avaliação] afirma esperar "uma recessão mais profunda e prolongada que o inicialmente previsto" e antevê já um crescimento negativo no primeiro semestre deste ano, salientando também as consequências nefastas para o desemprego.
Para além dos números, a agência de notação financeira Moody's, no relatório de maio sobre as perspetivas e os riscos da economia mundial, encontra também riscos políticos, considerando que as recentes decisões sobre o modelo do resgate a Chipre, nomeadamente a "aparente tolerância ao risco", e a "imprevisibilidade da formulação das políticas", criam condições para que um partido que defenda a saída da moeda única consiga chegar ao poder num dos 17 países que compõem o bloco do euro.
"A posição mais dura expressa pela Alemanha e por outros países centrais durante as negociações sobre o resgate do Chipre, juntamente com outros comentários de vários atores políticos, sugerem que a vontade dos países do norte fornecerem apoio financeiro aos seus parceiros do sul diminuiu significativamente. A tolerância dos decisores políticos ao risco aumenta a probabilidade de um país acabar por sair da moeda única", escreve a Moody's.
Ao mesmo tempo, continua a agência de notação financeira na sua análise sobre a atividade económica mundial, "qualquer decisão que suspenda a consolidação orçamental para dar um apoio mais claro à economia pode, ainda, desencadear novos receios dos mercados e dificultar o acesso ao financiamento".
"Embora tenha havido um claro progresso na redução dos desequilíbrios, o desafio de fazer mais cortes sem impedir o crescimento económico mantém-se. Os países periféricos precisam de manter a pressão nas reformas estruturais para relançar a atividade económica e reduzir o impacto do peso [do pagamento dos juros] da dívida. Isto, por seu lado, aumenta os riscos políticos internos associados à implementação de políticas impopulares, o que aumenta a probabilidade de um partido político que defenda a saída do euro consiga um dia chegar ao Governo", termina a Moody's
A EUROPA CONTINUA SEM RUMO POR CULPA DA ALEMANHA.
O QUE NÃO CONSEGUIU COM DUAS GUERRAS QUER CONSEGUIR COM UMA DESTRUIÇÃO DA ZONA EURO E DEPOIS COM O FIM DA UE PARA SE ALIAR NÃO SE SABE A QUEM.
OS PAISES DO SUL T<~EM DE SE UNIR JÁ E APRESENTAR O CADERNO DE ENCARGOS.
SEM EMPREGO E SEM CRESCIMENTO A UE NÃO RESISTE MUITO TEMPO.
Na atualização de maio do 'Outlook' para 2013 e 2014, a agência de ‘rating’ [avaliação] afirma esperar "uma recessão mais profunda e prolongada que o inicialmente previsto" e antevê já um crescimento negativo no primeiro semestre deste ano, salientando também as consequências nefastas para o desemprego.
Para além dos números, a agência de notação financeira Moody's, no relatório de maio sobre as perspetivas e os riscos da economia mundial, encontra também riscos políticos, considerando que as recentes decisões sobre o modelo do resgate a Chipre, nomeadamente a "aparente tolerância ao risco", e a "imprevisibilidade da formulação das políticas", criam condições para que um partido que defenda a saída da moeda única consiga chegar ao poder num dos 17 países que compõem o bloco do euro.
"A posição mais dura expressa pela Alemanha e por outros países centrais durante as negociações sobre o resgate do Chipre, juntamente com outros comentários de vários atores políticos, sugerem que a vontade dos países do norte fornecerem apoio financeiro aos seus parceiros do sul diminuiu significativamente. A tolerância dos decisores políticos ao risco aumenta a probabilidade de um país acabar por sair da moeda única", escreve a Moody's.
Ao mesmo tempo, continua a agência de notação financeira na sua análise sobre a atividade económica mundial, "qualquer decisão que suspenda a consolidação orçamental para dar um apoio mais claro à economia pode, ainda, desencadear novos receios dos mercados e dificultar o acesso ao financiamento".
"Embora tenha havido um claro progresso na redução dos desequilíbrios, o desafio de fazer mais cortes sem impedir o crescimento económico mantém-se. Os países periféricos precisam de manter a pressão nas reformas estruturais para relançar a atividade económica e reduzir o impacto do peso [do pagamento dos juros] da dívida. Isto, por seu lado, aumenta os riscos políticos internos associados à implementação de políticas impopulares, o que aumenta a probabilidade de um partido político que defenda a saída do euro consiga um dia chegar ao Governo", termina a Moody's
A EUROPA CONTINUA SEM RUMO POR CULPA DA ALEMANHA.
O QUE NÃO CONSEGUIU COM DUAS GUERRAS QUER CONSEGUIR COM UMA DESTRUIÇÃO DA ZONA EURO E DEPOIS COM O FIM DA UE PARA SE ALIAR NÃO SE SABE A QUEM.
OS PAISES DO SUL T<~EM DE SE UNIR JÁ E APRESENTAR O CADERNO DE ENCARGOS.
SEM EMPREGO E SEM CRESCIMENTO A UE NÃO RESISTE MUITO TEMPO.
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