O primeiro-ministro afirmou nesta terça-feira, em Paris, que o novo pacote de medidas de austeridade que anunciou ao país há cerca de duas semanas atinge funcionários públicos e reformados e pensionistas, mas não se aplica "à generalidade das pessoas".
Não é um programa de austeridade “que se aplique à generalidade das pessoas”, insistiu Passos Coelho. Depois, admitiu que “muitas destas medidas têm consequências do ponto de vista social”, mas que, por outro lado, o objectivo do Governo é garantir "um efeito positivo no médio e no longo prazo
ESTE PACÓVIO CADA VEZ QUE FALA ARMA SARILHO.
ENTÃO OS FUNCIONÁRIOS PÚBLICOS NÃO SÃO CIDADÃOS, NEM PESSOAS?
ELE ENDOIDECEU MESMO.
Na apresentação do relatório Portugal: Reforming the State to promote growth (“Portugal: Reformar o Estado para promover o crescimento” | PDF aqui em inglês), Passos defendeu que as novas medidas de austeridade - dispensa de funcionários públicos, aumento da idade da reforma e contribuição especial sobre as pensões - não "têm consequências directas para os cidadãos".
Questionado sobre o impacto das medidas que anunciou ao país a 3 de Maio, o primeiro-ministro sustentou que o programa apresentado “não implica, fora da esfera pública, consequências directas para os cidadãos”, porque as medidas estão direccionadas na esfera do Estado.Não é um programa de austeridade “que se aplique à generalidade das pessoas”, insistiu Passos Coelho. Depois, admitiu que “muitas destas medidas têm consequências do ponto de vista social”, mas que, por outro lado, o objectivo do Governo é garantir "um efeito positivo no médio e no longo prazo
ESTE PACÓVIO CADA VEZ QUE FALA ARMA SARILHO.
ENTÃO OS FUNCIONÁRIOS PÚBLICOS NÃO SÃO CIDADÃOS, NEM PESSOAS?
ELE ENDOIDECEU MESMO.
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