"Gostaríamos que o país não se afundasse com a praia à vista"
Económico com Lusa15/05/13 18:43
O presidente da comissão executiva da Unicer disse hoje que o processo de ajustamento em Portugal está a ter consequências "excessivas".
O presidente da comissão executiva da Unicer disse hoje que o processo de ajustamento em Portugal está a ter consequências "excessivas" e afirmou que todos esperam que o país não se afunde "com a praia à vista".
"Acho que é um processo que está a ter consequências económicas e sociais excessivas, muito violentas, indesejáveis, que só se compreende que continue nos exactos termos em que continua por obrigação de ditames internacionais", afirmou o dirigente da cervejeira, António Pires de Lima, no final da conferência de imprensa de apresentação dos resultados do ano passado.
O também presidente da mesa do conselho nacional do CDS-PP expressou, ainda, uma esperança do lado do sector empresarial português. "Todos nós que trabalhamos nas empresas, gestores, empresários, gostaríamos seguramente que o país não se afundasse com a praia à vista, isto é, que este processo não termine mal e, portanto, que
termine com o regresso de Portugal aos mercados e com a reconquista da nossa soberania financeira", afirmou.
Apesar dos sinais positivos que encontra ao longo do último ano, ainda assim, o presidente da comissão executiva da Unicer disse que gostaria que "este processo fosse feito com o maior respeito pela economia, pelas empresas e pelas pessoas".
Pires de Lima lembrou que é difícil para uma empresa "sobreviver e resistir num ambiente de empobrecimento tão forte como este, cuja maior tradução é o desemprego".
SE O PAIS SE AFUNDAR, APESAR DA CONVERSA DIARIA DESTE ENHOR DO CDS, OS RESPONSÁVEIS PELA CATÁSTROFE SÃO PASSOS COELHO E PAULO PORTAS COM GASPAR AO LEME.
O presidente da comissão executiva da Unicer disse hoje que o processo de ajustamento em Portugal está a ter consequências "excessivas" e afirmou que todos esperam que o país não se afunde "com a praia à vista".
"Acho que é um processo que está a ter consequências económicas e sociais excessivas, muito violentas, indesejáveis, que só se compreende que continue nos exactos termos em que continua por obrigação de ditames internacionais", afirmou o dirigente da cervejeira, António Pires de Lima, no final da conferência de imprensa de apresentação dos resultados do ano passado.
O também presidente da mesa do conselho nacional do CDS-PP expressou, ainda, uma esperança do lado do sector empresarial português. "Todos nós que trabalhamos nas empresas, gestores, empresários, gostaríamos seguramente que o país não se afundasse com a praia à vista, isto é, que este processo não termine mal e, portanto, que
termine com o regresso de Portugal aos mercados e com a reconquista da nossa soberania financeira", afirmou.
Apesar dos sinais positivos que encontra ao longo do último ano, ainda assim, o presidente da comissão executiva da Unicer disse que gostaria que "este processo fosse feito com o maior respeito pela economia, pelas empresas e pelas pessoas".
Pires de Lima lembrou que é difícil para uma empresa "sobreviver e resistir num ambiente de empobrecimento tão forte como este, cuja maior tradução é o desemprego".
SE O PAIS SE AFUNDAR, APESAR DA CONVERSA DIARIA DESTE ENHOR DO CDS, OS RESPONSÁVEIS PELA CATÁSTROFE SÃO PASSOS COELHO E PAULO PORTAS COM GASPAR AO LEME.
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