Esquerda recupera Roma e principais cidades nas eleições municipais em Itália
O candidato italiano de centro-esquerda, Ignazio Marino, foi hoje eleito presidente da câmara de Roma, impondo-se ao candidato de centro-direita, Gianni Alemanno, na segunda volta das eleições municipais em Itália.
De acordo com os primeiros dados divulgados pelo Ministério do Interior de Itália, Ignazio Marino, médico de formação e senador até à recente renúncia, a 22 de maio, conquistou 63,95% dos votos na capital italiana.
Na contagem geral, dos 92 municípios com maior população do país que votaram na primeira e na segunda volta, mais de metade, 50, foram conquistados pelo centro-esquerda, e 14 pelo centro-direita.
Em Roma, a distância entre Marino e Alemanno (que conquistou 36,05% dos votos) aumentou quase 28 pontos nesta segunda volta, depois de, na primeira volta, essa diferença ter sido de 12%, com o primeiro a alcançar 42,6% dos votos e o segundo 30,27%.
A abstenção esteve em destaque nestas eleições, tanto na primeira como na segunda volta, com a participação global nas urnas, em Itália, a atingir 48,51% nesta segunda volta e de 59,76% na primeira.
"Este resultado é fruto do afastamento dos cidadãos em relação à política, e precisamos de analisar o que se passou. Temos que compreender esta distância dos romanos. Além disso, em termos globais, os resultados do centro-direita nestas eleições não parecem ser positivos", disse Alemanno numa conferência de imprensa
UM BOM SINAL PARA SE INICIAR UMA PROFUNDA MUDANÇA NA EUROPA.
Na contagem geral, dos 92 municípios com maior população do país que votaram na primeira e na segunda volta, mais de metade, 50, foram conquistados pelo centro-esquerda, e 14 pelo centro-direita.
Em Roma, a distância entre Marino e Alemanno (que conquistou 36,05% dos votos) aumentou quase 28 pontos nesta segunda volta, depois de, na primeira volta, essa diferença ter sido de 12%, com o primeiro a alcançar 42,6% dos votos e o segundo 30,27%.
A abstenção esteve em destaque nestas eleições, tanto na primeira como na segunda volta, com a participação global nas urnas, em Itália, a atingir 48,51% nesta segunda volta e de 59,76% na primeira.
"Este resultado é fruto do afastamento dos cidadãos em relação à política, e precisamos de analisar o que se passou. Temos que compreender esta distância dos romanos. Além disso, em termos globais, os resultados do centro-direita nestas eleições não parecem ser positivos", disse Alemanno numa conferência de imprensa
UM BOM SINAL PARA SE INICIAR UMA PROFUNDA MUDANÇA NA EUROPA.
Sem comentários:
Enviar um comentário