“Se Portugal negociar uma linha de crédito (cautelar) no início de 2014, isso poderá melhorar significativamente a confiança dos investidores e contribuir para tornar mais suave o regresso aos mercados”, escreve Michele Napolitano, director da Fitch, em nota publicada esta segunda-feira.
A agência acredita que “a trajectória da dívida pública continua frágil mas aproxima-se da estabilização”, o que torna possível para Portugal obter assistência externa adicional no final do actual programa.
A Fitch “acredita que uma Linha de Crédito com Condições Reforçadas (ECCL, na sigla original) é mais provável do que uma Linha de Crédito Precaucionária Condicionada (PCCL, o modelo que implica menor controlo)”.
E, num ponto a que os investidores são particularmente sensíveis, a Fitch diz que essa assistência adicional não implicará uma reestruturação de dívida junto dos investidores privados, algo que a Fitch considera “improvável”.
“Reestruturação de dívida envolvendo o sector privado ou operações de extensão de maturidades [das obrigações do Tesouro, como foi feito na Grécia no início de 2012] são cenários improváveis porque iriam contaminar muito do progresso orçamental que Portugal conseguiu até ao momento”, nota a Fitch.
A Fitch prevê que a dívida pública de Portugal atinja um pico em 2014 ou 2015 de 129% do PIB e comece a cair a partir de 2016. Em 2022, estará nos 115% do PIB, antevê a Fitch, assumindo um excedente primário médio de 3% nos anos entre 2016 e 2022.
A agência acredita que “a trajectória da dívida pública continua frágil mas aproxima-se da estabilização”, o que torna possível para Portugal obter assistência externa adicional no final do actual programa.
A Fitch “acredita que uma Linha de Crédito com Condições Reforçadas (ECCL, na sigla original) é mais provável do que uma Linha de Crédito Precaucionária Condicionada (PCCL, o modelo que implica menor controlo)”.
E, num ponto a que os investidores são particularmente sensíveis, a Fitch diz que essa assistência adicional não implicará uma reestruturação de dívida junto dos investidores privados, algo que a Fitch considera “improvável”.
“Reestruturação de dívida envolvendo o sector privado ou operações de extensão de maturidades [das obrigações do Tesouro, como foi feito na Grécia no início de 2012] são cenários improváveis porque iriam contaminar muito do progresso orçamental que Portugal conseguiu até ao momento”, nota a Fitch.
A Fitch prevê que a dívida pública de Portugal atinja um pico em 2014 ou 2015 de 129% do PIB e comece a cair a partir de 2016. Em 2022, estará nos 115% do PIB, antevê a Fitch, assumindo um excedente primário médio de 3% nos anos entre 2016 e 2022.
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