Centenas de quotas pagas a militantes do PS do Porto e Matosinhos
Cheques no valor de dezoito mil euros relativos a quotas em atraso terão sido entregues na Federação do Porto do PS
O pagamento de centenas de quotas em atraso a militantes do PS do Porto e de Matosinhos pode ter baralhado as contas daqueles que se perfilam para disputar as lideranças das duas concelhias, marcadas para 6 e 7 de Dezembro.
Ao que o PÚBLICO apurou, no caso do Porto foram pagas quotas a mais de meio milhar de militantes, no valor de sete mil euros, segundo fontes socialistas. Metade das quotas são de militantes da secção socialista de Paranhos.
Em Matosinhos, o valor pago é um pouco superior, tendo atingido, de acordo com as mesmas fontes, os 11 mil euros. Tanto no caso do Porto como no de Matosinhos, as quotas foram pagas por cheque na quarta-feira (último dia do prazo previsto pelos estatutos). As mesmas fontes asseguram que os chequesforam entregues na federação do PS.
E se, no caso de Matosinhos, as várias centenas de quotas são de militantes que discordaram da candidatura de António Parada à câmara nas recentes eleições e que deram a vitória ao agora independente Guilherme Pinto, no Porto os militantes são tidos como opositores de Manuel Pizarro, o presidente da concelhia socialista, que se vai recandidatar ao cargo.
O desaire eleitoral em Matosinhos deixou um rasto de descontentamento nos militantes, que ainda não digeriram a derrota do partido que, pela primeira vez, viu escapar-lhe a liderança da câmara.
Há uma semana, houve uma reunião com os secretários coordenadores das várias secções do PS de Matosinhos para tentar encontrar uma solução consensual, proclamada internamente pelo líder da federação distrital, José Luís Carneiro, mas as diligências feitas não terão sido bem-sucedidas e Ernesto Páscoa, líder concelhio, deixou claro que se vai recandidatar. Na corrida à liderança da concelhia está Joaquim Gonçalves, considerado próximo de Guilherme Pinto. Este engenheiro do Instituto Portuário e dos Transportes Marítimos já informou o líder da distrital da sua decisão e pode beneficiar dos votos de muitos dos militantes que viram agora as suas quotas pagas.
SERÁ QUE A DIREÇÃO DISTRITAL E NACIONAL VÃO DEIXAR APODRECER ISTO?
QUANDO SERÁ QUE APRENDEM A FAZER POLÍTICA?
Cheques no valor de dezoito mil euros relativos a quotas em atraso terão sido entregues na Federação do Porto do PS
O pagamento de centenas de quotas em atraso a militantes do PS do Porto e de Matosinhos pode ter baralhado as contas daqueles que se perfilam para disputar as lideranças das duas concelhias, marcadas para 6 e 7 de Dezembro.
Ao que o PÚBLICO apurou, no caso do Porto foram pagas quotas a mais de meio milhar de militantes, no valor de sete mil euros, segundo fontes socialistas. Metade das quotas são de militantes da secção socialista de Paranhos.
Em Matosinhos, o valor pago é um pouco superior, tendo atingido, de acordo com as mesmas fontes, os 11 mil euros. Tanto no caso do Porto como no de Matosinhos, as quotas foram pagas por cheque na quarta-feira (último dia do prazo previsto pelos estatutos). As mesmas fontes asseguram que os chequesforam entregues na federação do PS.
E se, no caso de Matosinhos, as várias centenas de quotas são de militantes que discordaram da candidatura de António Parada à câmara nas recentes eleições e que deram a vitória ao agora independente Guilherme Pinto, no Porto os militantes são tidos como opositores de Manuel Pizarro, o presidente da concelhia socialista, que se vai recandidatar ao cargo.
O desaire eleitoral em Matosinhos deixou um rasto de descontentamento nos militantes, que ainda não digeriram a derrota do partido que, pela primeira vez, viu escapar-lhe a liderança da câmara.
Há uma semana, houve uma reunião com os secretários coordenadores das várias secções do PS de Matosinhos para tentar encontrar uma solução consensual, proclamada internamente pelo líder da federação distrital, José Luís Carneiro, mas as diligências feitas não terão sido bem-sucedidas e Ernesto Páscoa, líder concelhio, deixou claro que se vai recandidatar. Na corrida à liderança da concelhia está Joaquim Gonçalves, considerado próximo de Guilherme Pinto. Este engenheiro do Instituto Portuário e dos Transportes Marítimos já informou o líder da distrital da sua decisão e pode beneficiar dos votos de muitos dos militantes que viram agora as suas quotas pagas.
SERÁ QUE A DIREÇÃO DISTRITAL E NACIONAL VÃO DEIXAR APODRECER ISTO?
QUANDO SERÁ QUE APRENDEM A FAZER POLÍTICA?
1 comentário:
Por que não me avisaram de que havia quem pagasse as quotas?
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