Merkel conclui acordo de Grande Coligação com o SPD
por Patrícia Viegas, com agênciasHoje
Angela Merkel, da CDU, Horst Seehofer, da CSU, Sigmar
Gabriel, do SPD, apresentam acordo de Grande Coligação para governar a
Alemanha Fotografia © Reuters
Os conservadores da chanceler Angela Merkel
concluíram esta manhã um acordo de coligação com os sociais-democratas para
governar os destinos da Alemanha ao longo dos próximos quatro anos, indicaram
responsáveis de vários partidos, que foram citados pela agência noticiosa AFP.
Para as 11.00 está prevista uma conferência de imprensa para dar mais pormenores
sobre esse mesmo acordo.
Este anúncio surge ao fim de 17 horas de negociações naquela que tinha sido
já apresentada como a última ronda negocial entre CDU/CSU e SPD. O acordo deve
ainda ser aprovado pelos militantes sociais-democratas num referendo que terá
lugar no início de dezembro e cujo resultado é um pouco incerto.
Se o maior partido da oposição der luz verde, Merkel poderá ser eleita a 17
de dezembro pelos deputados no novo Bundestag (câmara baixa do Parlamento
alemão) para um terceiro mandato à frente do Governo da Alemanha.
O que foi negociado com a CDU/CSU é um "pacote de medidas que podemos
apresentar aos nosso militantes e ao qual podemos dizer 'Sim'", declarou o
secretário-geral do SPD, Andrea Nahles, interrogado pelos jornalistas à saída
das negociações.
Para chegar a esta Grande Coligação, a segunda dos três mandatos de Merkel, a
chanceler alemã e os seus aliados bávaros da CSU terão feito concessões como a
da introdução de um salário mínimo nacional.
Durante a campanha para as eleições legislativas de 22 de setembro, as quais
foram ganhas pela CDU/CSU, mas sem maioria absoluta, os sociais-democratas
defenderam a introdução de um salário mínimo nacional de 8,50 euros por hora. Os
conservadores de Merkel defendiam, por seu lado, a introdução faseada de um
salário mínimo, negociado setor a setor, com diferenças entre as zonas da
Alemanha Ocidental e a Alemanha de Leste.
por Patrícia Viegas, com agênciasHoje
Angela Merkel, da CDU, Horst Seehofer, da CSU, Sigmar
Gabriel, do SPD, apresentam acordo de Grande Coligação para governar a
Alemanha Fotografia © Reuters
Os conservadores da chanceler Angela Merkel
concluíram esta manhã um acordo de coligação com os sociais-democratas para
governar os destinos da Alemanha ao longo dos próximos quatro anos, indicaram
responsáveis de vários partidos, que foram citados pela agência noticiosa AFP.
Para as 11.00 está prevista uma conferência de imprensa para dar mais pormenores
sobre esse mesmo acordo.
Este anúncio surge ao fim de 17 horas de negociações naquela que tinha sido
já apresentada como a última ronda negocial entre CDU/CSU e SPD. O acordo deve
ainda ser aprovado pelos militantes sociais-democratas num referendo que terá
lugar no início de dezembro e cujo resultado é um pouco incerto.
Se o maior partido da oposição der luz verde, Merkel poderá ser eleita a 17 de dezembro pelos deputados no novo Bundestag (câmara baixa do Parlamento alemão) para um terceiro mandato à frente do Governo da Alemanha.
O que foi negociado com a CDU/CSU é um "pacote de medidas que podemos apresentar aos nosso militantes e ao qual podemos dizer 'Sim'", declarou o secretário-geral do SPD, Andrea Nahles, interrogado pelos jornalistas à saída das negociações.
Para chegar a esta Grande Coligação, a segunda dos três mandatos de Merkel, a chanceler alemã e os seus aliados bávaros da CSU terão feito concessões como a da introdução de um salário mínimo nacional.
Durante a campanha para as eleições legislativas de 22 de setembro, as quais foram ganhas pela CDU/CSU, mas sem maioria absoluta, os sociais-democratas defenderam a introdução de um salário mínimo nacional de 8,50 euros por hora. Os conservadores de Merkel defendiam, por seu lado, a introdução faseada de um salário mínimo, negociado setor a setor, com diferenças entre as zonas da Alemanha Ocidental e a Alemanha de Leste.
Se o maior partido da oposição der luz verde, Merkel poderá ser eleita a 17 de dezembro pelos deputados no novo Bundestag (câmara baixa do Parlamento alemão) para um terceiro mandato à frente do Governo da Alemanha.
O que foi negociado com a CDU/CSU é um "pacote de medidas que podemos apresentar aos nosso militantes e ao qual podemos dizer 'Sim'", declarou o secretário-geral do SPD, Andrea Nahles, interrogado pelos jornalistas à saída das negociações.
Para chegar a esta Grande Coligação, a segunda dos três mandatos de Merkel, a chanceler alemã e os seus aliados bávaros da CSU terão feito concessões como a da introdução de um salário mínimo nacional.
Durante a campanha para as eleições legislativas de 22 de setembro, as quais foram ganhas pela CDU/CSU, mas sem maioria absoluta, os sociais-democratas defenderam a introdução de um salário mínimo nacional de 8,50 euros por hora. Os conservadores de Merkel defendiam, por seu lado, a introdução faseada de um salário mínimo, negociado setor a setor, com diferenças entre as zonas da Alemanha Ocidental e a Alemanha de Leste.
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