O comentador acrescentou que o “governo tem centrado a sua política em medidas dotadas de enorme inconstitucionalidade”
Pacheco Pereira defendeu ontem que o Presidente da República deve enviar o Orçamento do Estado para o Tribunal Constitucional o mais depressa possível para se averiguar “com maior celeridade a constitucionalidade do Orçamento” em vez de fazê-lo a meio do próximo ano.
“Resolve-se o problema a curto prazo”, refere.
O comentador acrescentou ainda, no programa “Quadratura do Círculo”, exibido semanalmente na Sic Notícias, que o “governo tem centrado a sua política em medidas dotadas de enorme inconstitucionalidade”, sublinhando que “ninguém acredita no governo”.
Também António Costa disse que “as dúvidas sobre a constitucionalidade devem ser esclarecidas o mais rapidamente possível”, acrescentando que o “governo deve saber controlar a despesa para evitar dramas”.
Para António Costa “este governo segue uma política errada”.
“O governo não se bate na Europa para a alteração de políticas que deve fazer”, sublinhou o autarca.
Sobre as reacções das instituições europeias à realidade económica portuguesa, António Costa disse que “se os mercados olhassem para a frieza dos números portugueses não tinham razão para estarem mais seguros como estão”, sublinha o presidente da câmara de Lisboa.
“O Orçamento não contribuirá para temos uma economia mais saudável”, afirmou António Costa.
Já Lobo Xavier discordou da opinião dos outros comentadores afirmando que se o Presidente da República requerer a fiscalização preventiva, a lei orçamental não “entra em vigor” sendo por isso “inexistente”.
“O Presidente da República tem de pensar para que vai paralisar um instrumento da política de governo. O Presidente não é obrigado a pedir a fiscalização preventiva”, destacou o comentador.
“Boa parte da política do governo tem passado incólume no Tribunal Constitucional”, disse Lobo Xavier.
Sobre a invasão da escadaria da Assembleia da República pelos polícias Lobo Xavier diz ser “inadmissível”, dizendo que a ocupação dos ministérios pelos sindicatos é um “fait divers” sem importância.
Já Pacheco Pereira referindo-se a este assunto preferiu falar de um “sentimento de revolta” entre as pessoas.
ELES VÃO SAIR A BEM OU A MAL. O PROBLEMA É QUE O PR TEM CULPAS EM PROLONGAR A VIDA DESTE GOVERNO.
AGORA JÁ NÃO INTERESSAM OS CUSTOS/BENEFICIO; OS ESTUDOS; O INTERESSE NACIONAL;
SÓ INTERESSOU NA CAMPANHA PRA DERRUBAR O GOVERNO DE SÓCRATES
“Resolve-se o problema a curto prazo”, refere.
O comentador acrescentou ainda, no programa “Quadratura do Círculo”, exibido semanalmente na Sic Notícias, que o “governo tem centrado a sua política em medidas dotadas de enorme inconstitucionalidade”, sublinhando que “ninguém acredita no governo”.
Também António Costa disse que “as dúvidas sobre a constitucionalidade devem ser esclarecidas o mais rapidamente possível”, acrescentando que o “governo deve saber controlar a despesa para evitar dramas”.
Para António Costa “este governo segue uma política errada”.
“O governo não se bate na Europa para a alteração de políticas que deve fazer”, sublinhou o autarca.
Sobre as reacções das instituições europeias à realidade económica portuguesa, António Costa disse que “se os mercados olhassem para a frieza dos números portugueses não tinham razão para estarem mais seguros como estão”, sublinha o presidente da câmara de Lisboa.
“O Orçamento não contribuirá para temos uma economia mais saudável”, afirmou António Costa.
Já Lobo Xavier discordou da opinião dos outros comentadores afirmando que se o Presidente da República requerer a fiscalização preventiva, a lei orçamental não “entra em vigor” sendo por isso “inexistente”.
“O Presidente da República tem de pensar para que vai paralisar um instrumento da política de governo. O Presidente não é obrigado a pedir a fiscalização preventiva”, destacou o comentador.
“Boa parte da política do governo tem passado incólume no Tribunal Constitucional”, disse Lobo Xavier.
Sobre a invasão da escadaria da Assembleia da República pelos polícias Lobo Xavier diz ser “inadmissível”, dizendo que a ocupação dos ministérios pelos sindicatos é um “fait divers” sem importância.
Já Pacheco Pereira referindo-se a este assunto preferiu falar de um “sentimento de revolta” entre as pessoas.
ELES VÃO SAIR A BEM OU A MAL. O PROBLEMA É QUE O PR TEM CULPAS EM PROLONGAR A VIDA DESTE GOVERNO.
AGORA JÁ NÃO INTERESSAM OS CUSTOS/BENEFICIO; OS ESTUDOS; O INTERESSE NACIONAL;
SÓ INTERESSOU NA CAMPANHA PRA DERRUBAR O GOVERNO DE SÓCRATES
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