O secretário de Estado adjunto do primeiro-ministro, Carlos Moedas, afirmou esta terça-feira que "nenhum Governo impõe austeridade por imperativo ideológico", criticando quem alimenta as ilusões de que existe "um caminho de sacrifício e outro de felicidade".
Na sessão de abertura da conferência anual da Ordem dos Economistas sobre o Orçamento do Estado para 2014 (OE2014), o secretário de Estado afirmou que se fala de austeridade "com grande ligeireza e irresponsabilidade", sendo tratada "como uma vontade política e não como consequência de erros passados".
Carlos Moedas sublinhou que "a austeridade não é uma causa, é uma consequência" e que não se trata de escolher entre "um caminho de sacrifício e outro de felicidade".
"É triste que se tentem alimentar estas ilusões", lamentou, acrescentando que a austeridade "não é um fim", e sim "uma política corretiva que se impõe apenas quando existem desequilíbrios graves e risco de insustentabilidade do Estado", com impacto negativo no crescimento a curto prazo, mas que permitirá crescer no médio e longo prazo.
O secretário de Estado destacou alguns "sinais positivos de recuperação", sobretudo a evolução das exportações e considerou que Portugal deve "ambicionar ganhos de competitividade assentes na produtividade" e não em salários baixos.
Outro dos objetivos é "caminhar para uma economia em que mais de 50% do PIB [Produto Interno Bruto] são exportações".
ESTE GOLDMAN SACHS MENTE COM QUANTOS DENTES TEM NA BOCA.
A AUSTERIDADE IMPOSTO É UMA OPÇÃO IDEOLÓGICA PROFUNDA QUE ELES NÃO QUEREM DIZER. É O NEOLIBERALISMO LEVADO ÀS ULTIMAS CONSEQUÊNCIAS. VAI DAR MAU RESULTADO PORQUE ESTÁ A DESGRAÇAR O PAIS E AS PESSOAS.
NÃO É O ESTADOÓ RESPONSÁVEL POR ESTA CRISE É A BANCA E O SISTEMA FINANCEIRO.
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