segunda-feira, 11 de novembro de 2013

O vice-primeiro-ministro reagiu hoje às declarações do ministro dos Negócios Estrangeiros, indicando que não fazem sentido.
Num encontro empresarial Portugal-Colômbia, a decorrer em Lisboa, Paulo Portas disse que a economia portuguesa "tem uma data marcada para finalizar" o actual programa de ajustamento "e não uma determinada taxa [de juro]".
O vice-primeiro-ministro frisou que ainda há muito a fazer em termos do actual programa de ajustamento, até porque os sinais positivos que têm vindo a ser dados pela economia "ainda não podem ser dados como garantidos".
Portas falou depois de serem conhecidos os dados do INE que dão conta de um aumento de 5,8% das exportações no terceiro trimestre e a poucos dias de ser revelada a estimativa rápida das contas nacionais para o mesmo período (agendada para quinta-feira). Nesse sentido, o governante sublinhou que faltam "apenas uns dias" para se saber se Portugal confirmou a saída da recessão técnica.
Recorde-se que o ministro dos Negócios Estrangeiros, Rui Machete, disse no fim-de-semana que Portugal só conseguiria evitar um segundo resgate e regressar aos mercados se os juros a dez anos recuarem para valores abaixo de 4,5%. Uma 'gaffe' que apanhou de surpresa o Governo e a Comissão Europeia, que desvalorizaram as declarações, e que não mereceu qualquer reacção dos mercados.
SE TUDO VAI NO MELHOR DOS MUNDOS PARA QUE CARREGAM O POVO PORTUGUES COM MAIS QUASE 6 MIL MILHÕES DE AUSTERIDADE EM 2014 E 2015? SÃO MASOQUISTAS?
A EXPORTAÇÕES RETIRANDO OS COMBUSTIVEIS FICAM-SE POR 1%. É BOM MAS AINDA É POUCO.
A DIVIDA CONTINUA A AUMENTAR E TORNA-SE IMPAGÁVEL.
O DÉFICE NÃO VAI SER CUMPRIDO. SÓ COM RECEITAS EXTRAORDINÁRIAS.
O DESEMPREGO VAI CRESCER EM 2014.
PORQUÊ TANTA PROPAGANDA E TANTO DESNORTE?


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