Confirma-se o assalto e o esbulho aos trabalhadores, sejam da função pública ou da actividade privada. Idem, para quem já não trabalha, mas que, conjuntamente com a entidade patronal (pública ou privada) descontou durante anos para a sua reforma: aqui é roubo puro e os seus autores deveriam ser julgados em tribunal comum como assaltantes e gatunos, que são.
Sem comentários:
Enviar um comentário