domingo, 9 de setembro de 2007

SEM COMENTÁIOS - I

O Dalai Lama estará em Portugal entre os dias 13 e 16 de Setembro.
O Primeiro Ministro e o Presidente da República estão ausentes do País.

A Conferência pública com o tema "O Poder do Bom Coração" no Pavilhão Atlântico é precedida de três dias de ensinamentos , na Faculdade de Medicina Dentária da Universidade de Lisboa, será recebida na Camara de Lisboa por António Costa,terá um encontro com Jorge Sampaio, na qualidade de represetante da ONU para a Aliança das Civilizações.

A Comissão de Honra da visita de Dalai Lama a Portugal inclui nomes como os de Adriano Moreira, Frei Bento Domingues, Diogo Freitas do Amaral, Eduardo Lourenço, José Mattoso, Vera Jardim, Marcelo Rebelo de Sousa, Maria João Pires, Mário Soares e Paulo Teixeira Pinto.

O Dalai Lama desde há muito que abdicou das pretensões independentistas. Quer, sim,uma autonomia para aquilo que os ocupantes chineses chamam "a região autónoma" do Tibete, sempre afirmando que os ideais da Paz jamais serão conseguidos através da guerra.

Prémio Nobel da Paz em 1989.

Hoje vivem noo Tibete mais chineses que Tibetanos que são 6 milhões.

Quando Dalai Lama foi para o exilio, a China impôs no território a lei marcial. Nos anos 60 e 70 grande parte dos mosteiros budistas no Tibete foram destruídos.Eram mais de 6.000.Resistem apenas 10. As estimativas semi-oficiais apontam para números dramáticos:o exército de liertação popular terá disimado cerca de 1/5 da populção do Tibete, perto de 1,2 milhões de tibetanos.

Os Direitos Humanos são ignorados.

A causa Tibetana ecoa cada vez mais no vazio. A economia da China não pára de crescer e omundo faz-lhe vénias.

4 comentários:

R. da Cunha disse...

Há razões que a razão desconhece, dizia o outro. Aqui, há razões que a economia não quer/pode conhecer. Pois, como creio que V. próprio já escreveu, "é a economia, estúpido!" E a plataforma continental, para as exportações chinesas destinadas à Europa, vai para Vigo ou para Valência?
Valores que não os económicos estão, hoje, em segundo plano.
É verdade: o senhor Mugabe sempre vem à Conferência?

Anónimo disse...

"As razões que se conhecem..." conforme diz o ministro, é o porto de Sines. Aqui está a explicação

R. da Cunha disse...

Pois é, Luís Miguel, é isso.
Embora o ministro diga que não foi qualquer pedido de audiência e "outros" governos tiveram idêntica posição numa visita anterior.

R. da Cunha disse...

Ainda sobre este assunto, não querem espreitar o blogue Causa Nossa, e ler o post sob o título Dalai-Gama?`É, no meu ponto de vista, bem interessante.