A Universidade Lusófona negou qualquer irregularidade na licenciatura do ministro-adjunto e dos Assuntos Parlamentares, Miguel Relvas, garantindo que este obteve o seu grau académico tal como centenas de outros alunos desde a aplicação do Processo de Bolonha.
O reitor da instituição, Mário Moutinho, disse à agência Lusa que Miguel Relvas apresentou o dossier com as suas habilitações, descrevendo o seu percurso profissional, e que o conselho científico da Lusófona o analisou e não teve dúvidas em conceder-lhe a licenciatura em Ciência Política e Relações Internacionais em apenas um ano.
“Teve de entregar um dossier com o detalhamento do seu currículo, o conselho científico procurou ter a segurança de que estava frente a um candidato sério, que não havia razão para dúvidas”, descreveu.
Na altura, Miguel Relvas “ainda não tinha a fama que tem hoje, na altura era um deputado entre muitos”, acrescentou.
Do dossier do agora ministro faziam parte “fotografia, currículo, certificados, cartas de recomendação, tudo o que entendeu poder ajudar a que a instituição reconhecesse o seu trajecto de vida”.
O responsável afirmou que este procedimento é comum desde a aplicação do Processo de Bolonha – que uniformizou o ensino superior no espaço europeu –, mas escusou-se a adiantar pormenores sobre o processo de atribuição de créditos a Miguel Relvas, remetendo para o processo do aluno, que disse estar disponível para consulta mediante autorização do próprio.
“Centenas solicitaram o reconhecimento das suas habilitações profissionais e os níveis a que as obtêm são muito variados”, desde uma única disciplina a todo um programa curricular.
Mário Moutinho assegurou que o que se passou com Miguel Relvas “aplica-se a muitos alunos da Lusófona” e afirmou esperar que a publicidade dada ao caso do ministro “ajude a esclarecer que as pessoas têm direito a fazer reconhecer as suas habilitações profissionais”.
“Que regressem às universidades, prossigam os estudos, façam licenciaturas, mestrados e doutoramentos”, defendeu.
O administrador da Lusófona, Manuel Damásio, disse, por seu lado, que o conselho científico não teve quaisquer dúvidas sobre os dados apresentados por Miguel Relvas quando se candidatou.
Acrescentou ainda que a Lusófona não impõe qualquer limite nos créditos a atribuir no processo de licenciatura por reconhecimento da competência profissional e que todos os casos são analisados individualmente.
Notícia actualizada às 22h04
“Teve de entregar um dossier com o detalhamento do seu currículo, o conselho científico procurou ter a segurança de que estava frente a um candidato sério, que não havia razão para dúvidas”, descreveu.
Na altura, Miguel Relvas “ainda não tinha a fama que tem hoje, na altura era um deputado entre muitos”, acrescentou.
Do dossier do agora ministro faziam parte “fotografia, currículo, certificados, cartas de recomendação, tudo o que entendeu poder ajudar a que a instituição reconhecesse o seu trajecto de vida”.
O responsável afirmou que este procedimento é comum desde a aplicação do Processo de Bolonha – que uniformizou o ensino superior no espaço europeu –, mas escusou-se a adiantar pormenores sobre o processo de atribuição de créditos a Miguel Relvas, remetendo para o processo do aluno, que disse estar disponível para consulta mediante autorização do próprio.
“Centenas solicitaram o reconhecimento das suas habilitações profissionais e os níveis a que as obtêm são muito variados”, desde uma única disciplina a todo um programa curricular.
Mário Moutinho assegurou que o que se passou com Miguel Relvas “aplica-se a muitos alunos da Lusófona” e afirmou esperar que a publicidade dada ao caso do ministro “ajude a esclarecer que as pessoas têm direito a fazer reconhecer as suas habilitações profissionais”.
“Que regressem às universidades, prossigam os estudos, façam licenciaturas, mestrados e doutoramentos”, defendeu.
O administrador da Lusófona, Manuel Damásio, disse, por seu lado, que o conselho científico não teve quaisquer dúvidas sobre os dados apresentados por Miguel Relvas quando se candidatou.
Acrescentou ainda que a Lusófona não impõe qualquer limite nos créditos a atribuir no processo de licenciatura por reconhecimento da competência profissional e que todos os casos são analisados individualmente.
Notícia actualizada às 22h04
Isto vai durar muito tempo até ao total esclarecimento, se não cair no esquecimento como o caso das secretas, do Publico e outros.
Mas não nos deixemos ocupar com politiquices e vigarices, porque o estado da Nação e grave e agrava-se. O POVO sofre. O desemprego rebenta todas as previsões. O défice vai crescendo sem controlo. As falências são mais que muitas. O consumo diminiu todos os dias.
A FOME cresce. O desespero aumenta. O SNS está em recuo permanente. A Educação é o que se vê. As reformas nem vê-las. Cortar nas gorduras do Estado onde e como? O neoliberalismo não passará. Esta receita não resulta e estamos muito pior que há 1 ano. QUE ESTES POLITICOS QUE NOS DESGOVERNAM TENHAM VERGONHA.
Carlos Pinto
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