quarta-feira, 8 de agosto de 2012

O PS tem de aprofundar mais este tema que
é estrutural e fundamental para o futuro do País e dos Portrugueses. Porque querem eliminar tudo que vem do anterior governo?
Quem está a liderar a vinda das centrais nucleares?
Que interesses se movimentam neste negócio?
Porque pagamos a energia tão cara?
E O POVO NÃO ACORDA? Já era tempo de começar a questionar este governo que só desgoverna.
Carlos Pinto

 
Política energética

PS lança quatro reptos ao Governo

por Lusa, texto publicado por Sofia FonsecaHoje
PS lança quatro reptos ao Governo
Fotografia © Bruno Simões Castanheira/Global Imagens
O líder parlamentar socialista, Carlos Zorrinho, defendeu hoje que o "falhanço" da política energética é "um dos principais fatores" para o "aumento desmesurado do desemprego" e lançou quatro reptos ao Governo nesta área.
"Sabemos hoje que possivelmente o falhanço da política energética é hoje um dos principais fatores que explicam o aumento desmesurado do desemprego em Portugal", afirmou Carlos Zorrinho.
Numa conferência de imprensa dedicada à política energética, na sede do PS, em Lisboa, o líder da bancada socialista considerou que a "política energética é um falhanço" do Executivo.
O antigo secretário de Estado da Energia lançou "quatro reptos ao Governo", sendo o primeiro o de "revelar finalmente quais as negociações feitas para o corte das rendas excessivas, onde foram feitos os cortes, que consequências concretas terão em cada uma das várias formas de vender eletricidade às empresas e às pessoas".
Zorrinho desafiou também o Governo a tomar "em conta as propostas que o Partido Socialista fez para reduzir a fatura com o gás e a eletricidade, melhorando a regulação e penalizando as formas de produção menos eficientes".
O líder parlamentar socialista quer que o Executivo "torne pública a lei de bases para o setor energético, que tem algumas medidas que não são públicas mas merecem uma ampla discussão na sociedade e que, por exemplo, ajudariam a esclarecer a questão do acompanhamento das concessões e quem o vai pagar".

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