segunda-feira, 10 de setembro de 2012

(clique na imagem para ver o documento em formato PDF)
O documento, que ensina os ministérios a justificarem medidas de austeridade, foi enviado logo na sexta-feira, dia do anúncio pelo primeiro-ministro, e dá instruções aos assessores de como lidar com a pergunta "é um novo aumento de impostos?".
A encabeçar a lista de argumentos que os ministérios devem reproduzir para justificar as mexidas na Taxa Social Única, o Governo privilegia "o combate" ao desemprego. Fruto da melhoria das condições de tesouraria das empresas.
Além disso, os responsáveis pelo 'passa a palavra' devem também salientar o facto do aumento da TSU para os trabalhadores "reequilibra as contas para a Segurança Social, preservando o futuro, pensões, reformas, acesso aos mais desprotegidos da sociedade, e reforço de verbas para o desemprego".
Apesar de não apresentar contas sobre o verdadeiro impacto das medidas, o Governo mostra trabalho de casa ao comparar vários países no que toca às contribuições para a segurança social por parte dos patrões.
"As empresas deixam de ter a seu cargo a maior fatia das contribuições da segurança social", à semelhança do que se passa na Alemanha.
Se a questão incidir sobre a "insensibilidade social" das medidas, deve ser dito que "os trabalhadores do sector privado e do sector publico de menores rendimentos serão protegidos por um crédito fiscal em sede de IRS, por intermédio do qual terão ou uma redução do imposto a pagar, ou uma devolução maior" e que "os parceiros sociais terão um contributo muito importante a dar na definição do esquema mais adequado".
E há a instrução para recusar a medida como um novo aumento de impostos. O que deve ser dito é que "as contribuições dos trabalhadores sobem, mas as contribuições das empresas descem. Como um todo, a economia não fica mais sobrecarregada com impostos/contribuições. Isso é que é importante salvaguardar


Ler mais: http://expresso.sapo.pt/governo-cria-linguagem-para-justificar-medidas-de-austeridade=f752221#ixzz265IbrIGy

EM QUE PAIS JULGA QUE ESTÁ SENHOR PRIMEIRO MINISTRO?
SERÁ MAIS UMA DO DR. RELVAS?
JÁ QUE NÃO SE RESPEITA A SI PRÓPRIO, PORQUE TODOS OS DIAS MENTE, RESPEITE OS PORTUGUESES E OS MAIS POBRES.
NÃO DIGA DISPARATES, NEM TOME MEDIDAS QUE NÃO SABE EXPLICAR.
A ECONOMIA NÃO É UMA CIÊNCIA EXATA. TEM DIAS ...
SE NÃO CONSEGUE GOVERNAR, PEÇA UMA AUDIÊNCIA AO PR E APRESENTE A DEMISSÃO, PARA SEU BEM E DE PORTUGAL.
UMA CHAMADA DE ATENÇÃO AO PS E AO SEU SECRETÁRIO GERAL:
JÁ NÃO TEM DESCULPA PARA MAIS MEIAS TINTAS. UM LIDER QUE SE PREZA SÓ TEM DE APRESENTAR AO PARTIDO UMA POSIÇÃO: VOTAR CONTRA O OE E TODAS AS MEDIDAS EXTRA. APRESENTAR ALTERNATIVAS E FALAR CLARO AO POVO MAIS SACRIFICADO DA EUROPA.
EM MUITOS PAISES OS PROGRAMAS DO FMI SÃO RENEGOCIADOS. NÃO MINTAM ÀS PESSOAS.
ESTA RECEITA falhou e a responsabilidade é do governo e de todos os artistas que o compoem. o seu chefe deve assumir isso.
cARLOS pINTO

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