Empresário acusa o primeiro-ministro de não conhecer a realidade das empresas e considera que novas medidas não vão criar emprego
Alexandre Relvas condena “experimentalismo” sob a troika
Alexandre Relvas
D.R.
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Alexandre Relvas, empresário e antigo dirigente do PSD, criticou duramente as medidas de austeridade anunciadas a semana passada por Passos Coelho.“É inaceitável sujeitar o país ao experimentalismo social - isto é fazer experiências com a economia nacional - a mando da ‘troika’ o que se traduz num profundo desrespeito pelos portugueses. É também preocupante o impacto destas decisões em termos sociais”, afirmou em entrevista à Rádio Renascença.
O empresário acusa o primeiro-ministro de não conhecer a realidade das empresas e que o argumento da criação de empregos através da redução da TSU não é válido.
“As decisões de redução da Taxa Social Única (TSU) para as empresas e o aumento para os trabalhadores para promover a competitividade só podem resultar de um enorme desconhecimento da realidade empresarial. Quem conheça o mundo das empresas sabe que estas medidas não terão impacto estrutural, nem sobre emprego nem sobre as exportações. O número de empregos criado será marginal, assim como será marginal o aumento das exportações”, disse.
Alexandre Relvas afirmou também na entrevista que considera ser fundamental pedir mais um ano para atingir as metas do défice estipulado com a troika, 3%
O empresário acusa o primeiro-ministro de não conhecer a realidade das empresas e que o argumento da criação de empregos através da redução da TSU não é válido.
“As decisões de redução da Taxa Social Única (TSU) para as empresas e o aumento para os trabalhadores para promover a competitividade só podem resultar de um enorme desconhecimento da realidade empresarial. Quem conheça o mundo das empresas sabe que estas medidas não terão impacto estrutural, nem sobre emprego nem sobre as exportações. O número de empregos criado será marginal, assim como será marginal o aumento das exportações”, disse.
Alexandre Relvas afirmou também na entrevista que considera ser fundamental pedir mais um ano para atingir as metas do défice estipulado com a troika, 3%
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