O acórdão só será conhecido a 12 de setembro, mas as notícias que hoje começaram a ser divulgadas sobre as decisões possíveis apontam inclusive para a necessidade de mudar a própria Constituição alemã para ela poder "acomodar" o desígnio da chanceler Ângela Merkel por um "pacto orçamental" à escala da zona euro e a pressa dos países "periféricos" em poderem recorrer a um fundo de resgate mais amplo, o MEE, que, aliás, já deveria ter entrado em vigor em julho.
A avançar por esse caminho, o processo de entrada em vigor do MEE será atrasado, de novo. O que atrapalhará a estratégia que o Banco Central Europeu (BCE) pretende seguir de conjugar, ainda este ano, o recurso por parte dos países "periféricos" a esse novo fundo de resgate mais amplo com uma intervenção massiva do banco central no mercado secundário ou mesmo na modalidade de "alívio quantitativo".
O CUSTE O QUE CUSTAR PODE SAIR-LHE CARO SE NHOR 1º. MINISTRO.
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