Marcelo Rebelo de Sousa afirmou neste domingo que Passos Coelho recuou na hipótese de atribuir a concessão da RTP a um privado.
No seu habitual comentário na TVI, o antigo presidente do PSD considerou que o facto de o primeiro-ministro ter vindo a público dizer que havia várias hipóteses em aberto para o futuro da RTP significa que “apareceu a recuar” na hipótese de concessão da televisão pública.
Para Marcelo, facto de o primeiro-ministro ter falado em histeria em torno da RTP significa que Passos Coelho “estava entalado” e acrescentou que quem criou a histeria foi Miguel Relvas “ao ter confirmado à TVI que havia essa hipótese [de concessão] e era muito forte”.
Por isso, Marcelo diz que é “cada vez mais necessária uma remodelação” no Governo e “um dos pontos dessa remodelação é sempre Miguel Relvas, que acusou de lidar “de forma desastrada com a comunicação social, que devia ser a sua especialidade”.
Marcelo afirmou ainda que não restava outro caminho ao Conselho de Administração da RTP senão demitir-se porque afrontou o Governo e disse que o próximo presidente da RTP tem de estar acima de qualquer suspeita.
E sobre o futuro da RTP Marcelo lembrou que, no passado, Cavaco Silva, quando foi chamado a prenunciar-se sobre questões sobre o Estado e o seu papel na comunicação social, pediu sempre consensos partidários alargados, sugerindo que pode vir também a fazê-lo em relação à RTP.
Já sobre as divergências entre PSD e CDS sobre o futuro da RTP e sobre o Orçamento do Estado, considerou que as discordâncias são negativas. “Nenhum ganha com crise e muito menos publicitando essa crise. Os portugueses não compreenderiam, com a crise que estão a viver, que os políticos não se entendessem”, acrescentou.
Discursos que valeram zero
O também Conselheiro de Estado de Cavaco comentou também os discursos deste domingo de Pedro Passos Coelho e António José Seguro, dizendo que para os portugueses, que esperavam notícias sobre o seu futuro, as palavras dos líderes do PSD e PS “valeram zero”. “Passos falou para a Troika, Seguro falou para o PS.”
Para Marcelo, Passos Coelho quis dizer à Troika “ajudem-nos flexibilizando que nós merecemos”. Já Seguro quis dizer ao PS “amigos e camaradas finalmente podemos dizer que a culpa não é nossa”.
O QUE ELES DIZEM...
No seu habitual comentário na TVI, o antigo presidente do PSD considerou que o facto de o primeiro-ministro ter vindo a público dizer que havia várias hipóteses em aberto para o futuro da RTP significa que “apareceu a recuar” na hipótese de concessão da televisão pública.
Para Marcelo, facto de o primeiro-ministro ter falado em histeria em torno da RTP significa que Passos Coelho “estava entalado” e acrescentou que quem criou a histeria foi Miguel Relvas “ao ter confirmado à TVI que havia essa hipótese [de concessão] e era muito forte”.
Por isso, Marcelo diz que é “cada vez mais necessária uma remodelação” no Governo e “um dos pontos dessa remodelação é sempre Miguel Relvas, que acusou de lidar “de forma desastrada com a comunicação social, que devia ser a sua especialidade”.
Marcelo afirmou ainda que não restava outro caminho ao Conselho de Administração da RTP senão demitir-se porque afrontou o Governo e disse que o próximo presidente da RTP tem de estar acima de qualquer suspeita.
E sobre o futuro da RTP Marcelo lembrou que, no passado, Cavaco Silva, quando foi chamado a prenunciar-se sobre questões sobre o Estado e o seu papel na comunicação social, pediu sempre consensos partidários alargados, sugerindo que pode vir também a fazê-lo em relação à RTP.
Já sobre as divergências entre PSD e CDS sobre o futuro da RTP e sobre o Orçamento do Estado, considerou que as discordâncias são negativas. “Nenhum ganha com crise e muito menos publicitando essa crise. Os portugueses não compreenderiam, com a crise que estão a viver, que os políticos não se entendessem”, acrescentou.
Discursos que valeram zero
O também Conselheiro de Estado de Cavaco comentou também os discursos deste domingo de Pedro Passos Coelho e António José Seguro, dizendo que para os portugueses, que esperavam notícias sobre o seu futuro, as palavras dos líderes do PSD e PS “valeram zero”. “Passos falou para a Troika, Seguro falou para o PS.”
Para Marcelo, Passos Coelho quis dizer à Troika “ajudem-nos flexibilizando que nós merecemos”. Já Seguro quis dizer ao PS “amigos e camaradas finalmente podemos dizer que a culpa não é nossa”.
O QUE ELES DIZEM...
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