O "Diário Económico"
escreve que apesar da recessão, apesar da crise política que inesperadamente
rebentou no seio da coligação govrnamental, apesar das dúvidas sobre o que fazer
ou que caminho seguir, o cenário de eleições antecipadas é, para os empresários
portugueses, o pior de todos os cenários - aquele que, a todo o custo, é preciso
evitar. Sem excepção, a totalidade do painel de empresários ouvidos pelo jornal
foi unânime neste ponto. E os epítetos para caracterizar eventuais eleições
antecipadas foram para todos os gostos: "Ridículo", "mau demais para ser
verdade", "o pior que nos podia acontecer", "um absurdo".
Por dois motivos: em primeiro lugar porque iria fragilizar a posição de
Portugal face aos seus credores internacionais, lançando o país numa espiral que
faria aproximar Portugal aproximar-se perigosamente da Grécia, segundo, porque
colocaria em causa muitos meses de sacrifício generalizado e mais ou menos
equitativamente repartido entre todos
AGORA ESTÃO MUITO PREOCUPADOS, MAS HÁ POUCO MAIS DE 1 ANO COM O FINANCIAMENTO ASSEGURADO E SEM FMI NÃO QUISERAM SABER.
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