terça-feira, 18 de setembro de 2012

O "Diário Económico" escreve que apesar da recessão, apesar da crise política que inesperadamente rebentou no seio da coligação govrnamental, apesar das dúvidas sobre o que fazer ou que caminho seguir, o cenário de eleições antecipadas é, para os empresários portugueses, o pior de todos os cenários - aquele que, a todo o custo, é preciso evitar. Sem excepção, a totalidade do painel de empresários ouvidos pelo jornal foi unânime neste ponto. E os epítetos para caracterizar eventuais eleições antecipadas foram para todos os gostos: "Ridículo", "mau demais para ser verdade", "o pior que nos podia acontecer", "um absurdo".

Por dois motivos: em primeiro lugar porque iria fragilizar a posição de Portugal face aos seus credores internacionais, lançando o país numa espiral que faria aproximar Portugal aproximar-se perigosamente da Grécia, segundo, porque colocaria em causa muitos meses de sacrifício generalizado e mais ou menos equitativamente repartido entre todos

AGORA ESTÃO MUITO PREOCUPADOS, MAS HÁ POUCO MAIS DE 1 ANO COM O FINANCIAMENTO ASSEGURADO E SEM FMI NÃO QUISERAM SABER.

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