Passos Coelho invocou hoje os Lusíadas, do Luís Vaz, falando de ventos e não sei quê. O homem, que nunca deve ter divido as orações da obra, de que talvez conheça a capa, saberá, sequer, tal como o outro, quantos cantos têm os Lusíadas?
Façam o favor de não me fornicar com merdas pretensamente poéticas.
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