O vice-presidente da Transparência
Internacional Paulo Morais afirmou hoje à Lusa que a anunciada candidatura de
Luís Filipe Menezes à Câmara do Porto é "ilegal", por violar a lei da limitação
de mandatos.
"A lei é clara. Não é preciso ter nenhum curso de Direito, basta ter a quarta
classe e saber ler para perceber que estas candidaturas são ilegais", disse
Paulo Morais, que foi vice-presidente da Câmara do Porto no primeiro mandato de
Rui Rio.
Luís Filipe Menezes é presidente da Câmara de Gaia, mas não pode recandidatar-se àquele Município por força da lei de mandatos, tendo já anunciado que vai ser candidato à Câmara do Porto.
Paulo Morais diz que se trata de uma ilegalidade, sublinhando que a lei diz que quem cumprir três mandatos consecutivos como presidente de um município não pode voltar a exercer a mesma função no quadriénio subsequente.
Para o vice da Transparência Internacional, as candidaturas que se perfilam a concelhos vizinhos de autarcas que atingiram o limite de mandatos configuram "um entorse à lei, ilegítimo e vergonhoso", criado pelos principais partidos para os seus "dinossauros".
"Se querem candidatar os seus dinossauros, que tenham a coragem, que se assumam e mudem a lei, que ainda estão a tempo. Agora, que não atirem é areia para os olhos das pessoas", desafiou.
QUANDO OUÇO FALAR NISTO FICO ENOJADO. FAZEM AS LEIS E POR CONVENIÊNCIA PARTIDÁRIA, DÃO A INTERPRETAÇÃO QUE ENTENDEM. ISTO É UMA GAROTICE E LAMENTO QUE ALGUNS DIRIGENTES DO PS COMO VITALINO CANAS VENHAM FAZER PARELHA COM O PSD PARA SALVAR MENEZES E OUTROS DINOSSAUROS DA NOSSA PRAÇA. O BLOCO CENTRAL NÃO VOLTARÁ E SE NEM AGORA APRENDEM A MUDAR DE RUMO O MELHOR É DEIXAREM DE SER POLÍTICOS PARA QUE O PAIS POSSA PROGREDIR COM OUTRA GENTE E COM OUTRA POLITICA. ESTE PANTANO TEM DE SER ASPIRADO PARA DAR LUGAR A UM AMBIENTE SÃO E RESPIRÁVEL. BASTA DE TRUQUES.
Carlos Pinto
Luís Filipe Menezes é presidente da Câmara de Gaia, mas não pode recandidatar-se àquele Município por força da lei de mandatos, tendo já anunciado que vai ser candidato à Câmara do Porto.
Paulo Morais diz que se trata de uma ilegalidade, sublinhando que a lei diz que quem cumprir três mandatos consecutivos como presidente de um município não pode voltar a exercer a mesma função no quadriénio subsequente.
Para o vice da Transparência Internacional, as candidaturas que se perfilam a concelhos vizinhos de autarcas que atingiram o limite de mandatos configuram "um entorse à lei, ilegítimo e vergonhoso", criado pelos principais partidos para os seus "dinossauros".
"Se querem candidatar os seus dinossauros, que tenham a coragem, que se assumam e mudem a lei, que ainda estão a tempo. Agora, que não atirem é areia para os olhos das pessoas", desafiou.
QUANDO OUÇO FALAR NISTO FICO ENOJADO. FAZEM AS LEIS E POR CONVENIÊNCIA PARTIDÁRIA, DÃO A INTERPRETAÇÃO QUE ENTENDEM. ISTO É UMA GAROTICE E LAMENTO QUE ALGUNS DIRIGENTES DO PS COMO VITALINO CANAS VENHAM FAZER PARELHA COM O PSD PARA SALVAR MENEZES E OUTROS DINOSSAUROS DA NOSSA PRAÇA. O BLOCO CENTRAL NÃO VOLTARÁ E SE NEM AGORA APRENDEM A MUDAR DE RUMO O MELHOR É DEIXAREM DE SER POLÍTICOS PARA QUE O PAIS POSSA PROGREDIR COM OUTRA GENTE E COM OUTRA POLITICA. ESTE PANTANO TEM DE SER ASPIRADO PARA DAR LUGAR A UM AMBIENTE SÃO E RESPIRÁVEL. BASTA DE TRUQUES.
Carlos Pinto
1 comentário:
Também, no Público de ontem, Manuel Sampaio Pimentel se referia ao assunto. Segundo a sua opinião, que subscrevo, a lei é clara quando se refere a presidentes "de" câmara ou "de" junta e "daquelas" funções. Agora cada um interpreta como mais lhe convém.
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