terça-feira, 6 de novembro de 2012

Seria ilusório e enganador esperar uma solução rápida para este tipo de crise", disse Gaspar


"Vai demorar muitos anos a assegurar em Portugal uma posição orçamental prudente", disse Gaspar numa audiência perante a comissão parlamentar de acompanhamento do programa de assistência da 'troika'.

"As empresas e as famílias portuguesas têm demonstrado uma notável flexibilidade e capacidade de ajustamento. O Estado tem revelado grande capacidade de execução orçamental do lado da despesa", continuou o ministro. No entanto, no contexto da atual crise, "as previsões macroeconómicas tendem a ser menos precisas", e será necessário um esforço "permanente" de ajustamento.

Segundo as previsões do Governo, só a partir de 2014 é que o Estado conseguirá gerar excedentes primários capazes de reduzir a dívida pública.

"Serão precisas algumas décadas para atingir os 60% [do PIB] previstos no tratado de Lisboa", um nível que é metade do valor atual da dívida, disse Gaspar.

O ministro recordou que, antes da adesão ao euro, a dívida pública portuguesa estava abaixo dos 60% do PIB, e que ainda em 2005 se encontrava apenas nos 62%

POIS É SENHOR GASPAR. EM 2005 ERA DE 62%. EM 2011 ANTES DO RESGATE ERA DE 92% E AGORA? PREVE-SE PARA O FIM DO ANO 125%. É OBRA. COM TANTOS SACRIFICIOS E A DIVIDA A AUMENTAR LOUCAMENTE. TINHAM SOLUÇÕES PARA TUDO E RÁPIDAS. MAS AFINAL FALHOU TUDO E DE QUE MANEIRA.
COMO O MINISTRO É MUITO LENTO A FALAR VERDADE VOU TRANSCREVER SÓ UM OU DOIS PARÁGRAFOS DE UM ESTUDO APROFUNDADO DE 2010 DE ALGUÉM QUE ESTÁ ENTRE OS 100 INTELECTUAIS MAIS IMPORTANTES DO MUNDO.
"OS paises europeus, especialmente os do EUROGRUPO, possuem em principio, os meios para resistir durante muito tempo a um crescimento da divida soberana, na medida em que as taxas de juro são baixas e as poupanças privadas abundantes.
Mas este estado de coisas não será eterno, e os europeus tomarão rapidamente consciência da dificuldade do problema. Para restabelecer na Europa, em 2060, um nínel de endividamento público razoável, próximo dos 60% do PIB, será preciso passar de um défice estrutural de 3,5% em 2010 para um excedente estrutural de 4,5% em 2020, e conservá-lo assim até 2030! Isso implicará reduzir a despesa pública   em 8% do PIB, isto é, 20 a 25% do orçamento. Exigirá também a realização de cerca de 300 mil milhões de euros de economias  ou um aumento de impostos na mesma proporção. Em França um incremento da ordem dos 70 mil milhões de euros. Trata-se de uma perspectiva quase impossível. Nenhuma Democracia conseguiu jamais faze-lo, e os POVOS optarão sem dúvida por não liquidar as suas dividas".

PARA SER SÉRIO DEVIA IR MAIS LONGE NAS EXPLICAÇÕES QUE APRESENTA. AS MEDIDAS QUE TOMOU E ESTÁ A TOMAR, NA SITUAÇÃO ACTUAL DA EUROPA, NÃO SERVEM PARA NADA. APENAS LEVAM O PAIS À POBREZA E À FALÊNCIA. E O SENHOR SABE MUITO BEM O QUE ESTÁ A PROVOCAR. 
CONTINUA A BRINCAR COM OS EXPERIMENTALISMOS E VAI SAIR DE GATAS DO GOVERNO POR INCAPACIDADE E INCOMPETÊNCIA.
demita-se já e não faça mais mal ao país e aos portugueses que já passam fome.

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