Governo quer combater políticas públicas que gerem dívida
O primeiro-ministro revelou este domingo que até ao final do ano vai ser apresentada à Assembleia da República uma proposta de lei que combata políticas públicas que gerem dívida e coloquem em causa direitos sociais dos portugueses.
O governante lamentou que o PS não esteja disponível para realizar este debate dentro dos limites de uma revisão constitucional, tornando-a uma "regra de ouro", o que irá permitir, destacou, que "qualquer maioria as pode alterar no futuro".
O primeiro-ministro reforçou ainda a necessidade da proposta de lei a apresentar até ao final do ano com a ideia de que "não é possível responder de forma sustentada ao Estado social com excesso de dívida herdada do passado".
Pedro Passos Coelho admitiu ainda que o ajustamento na economia portuguesa vai prolongar-se após o fim do programa de assistência financeira, que vigora em Portugal até Junho de 2014.
"Estamos a chegar à posição de que podemos ter tudo ou deitar a perder. (...) Daqui para a frente estamos cada vez mais entregues a nós próprios ao nível do financiamento", sem "precisar de um segundo resgate para regressar com normalidade ao financiamento dos mercados internacionais", defendeu.
O primeiro-ministro avisou que "a batota acabou" e que sem a possibilidade de emitir mais dinheiro resta à Europa e a Portugal defender uma cultura de empreendedorismo e responsabilidade.
Pedro Passos Coelho criticou aqueles que "agora querem que o Banco Central Europeu faça o mesmo que o Banco de Portugal" fez no passado, desvalorizando a moeda, o que levou a que em alguns períodos em Portugal "quase um quinto do dinheiro das famílias fosse à vida".
O governante considerou que a verificar-se emissão de dinheiro por parte do BCE estaríamos perante "uma gigantesca batota para que a nossa economia pudesse parecer mais competitiva".
Portugal deve ter "um discurso de mais exigência e não de batota como no passado (...) sem culpar os outros pelas nossas asneiras", salientou, rejeitando "o facilitismo, o despesismo e irresponsabilidade".
Pedro Passos Coelho destacou a ideia de que "ninguém é austero por gosto", mas que é preciso render-se à evidência de que "quando o dinheiro da família acaba não se pode ir ao casino porque não tem dinheiro para jogar".
UM DISCURSO TOLO E SEM CONSISTÊNCIA. FALA POR FALAR SEM MEDIR AS CONSEQUÊNCIAS DO QUE DIZ.
ATACOU OS REFORMADOS SEM DÓ NEM PIEDADE.
ATACOU OS ANTERIORES GOVERNOS E A "BATOTA" DO BANCO DE PORTUGAL POR TER DE DEVALORIZAR A MOEDA. ERA BOM QUE EXPLICASSE PORQUE FOI FEITO.
CHAMAR "GIGANTESCA BATOTA" A UMA DESVALORIZAÇÃO DA MOEDA É DE UMA IGNORÂNCIA INQUALIFICÁVEL.
É MAIS FÁCIL ROUBAR PENSÕES E SALÁRIOS E AUMENTAR OS IMPOSTOS E O DESEMPREGO. E VENDER EMPRESAS ESTRATÉGICAS AO DESBARATO.
A DIVIDA QUE O ANTERIOR GOVERNO DEIXOU DE 92% DO PIB NÃO SE COMPARA COM O CRESCIMENTO DA DIVIDA QUE VAI DEIXAR NO FINAL DE 2012 DE MAIS DE 120%. É OBRA DESCARADA. É PRECISO TER LATA.
E O GOVERNO ANTERIOR NÃO RECEBEU AS FINANÇAS PUBLICAS EM ORDEM. UM DÉFICE DE 6,83 E UMA DIVIDA A RONDAR OS 65%. UMA CRISE DA BANCA AMERICANA EM 2008 E A ORDEM DA UE PARA GASTAR PARA A ECONOMIA NÃO SE AFUNDAR E NÃO DEIXAR SUBIR MUITO O DESEMPREGO.
UM ACORDO NA CIMEIRA IBERICA DURÃO/ASNAR/PORTAS PARA 5 LINHAS DE TGV.
A MANOBRA DA DIREITA NEOLIBERAL TRABALHOU BEM A OPINIÃO PUBLICA PARA GANHAR O PODER DE QUALQUER MANEIRA. OS RESULTADOS ESTÃO BEM À VISTA.
QUER IR AOS MERCADOS PARA FAZER MAIS DIVIDA E PREPARAR AS ELEIÇÕES?
NÃO BRINQUE MAIS COM OS PORTUGUESES SENHOR PASSOS COELHO.
DEMITA-SE POR INCOMPETÊNCIA.
O GRANDE ERRO DO GOVERNO ANTERIOR, SENDO UM GOVERNO DE GESTÃO, NÃO DEVIA TER NEGOCIADO À PRESSÃO O MEMORANDO DA TROIKA, COM O ACORDO DO PSD/CDS.
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