domingo, 16 de dezembro de 2012

Vai ser apresentada à Assembleia da República uma proposta de lei

Governo quer combater políticas públicas que gerem dívida

O primeiro-ministro revelou este domingo que até ao final do ano vai ser apresentada à Assembleia da República uma proposta de lei que combata políticas públicas que gerem dívida e coloquem em causa direitos sociais dos portugueses.
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 "Vamos até ao final do ano, em Conselho de Ministros, aprovar uma proposta para remeter ao Parlamento uma nova lei de enquadramento orçamental na qual vamos fixar estas regras", uma vez que "é um direito dos cidadãos de hoje e do futuro poderem ter políticas públicas que não gerem dívida, porque se o fizerem os direitos sociais ficam em causa", informou Pedro Passos Coelho.
O governante lamentou que o PS não esteja disponível para realizar este debate dentro dos limites de uma revisão constitucional, tornando-a uma "regra de ouro", o que irá permitir, destacou, que "qualquer maioria as pode alterar no futuro".
O primeiro-ministro reforçou ainda a necessidade da proposta de lei a apresentar até ao final do ano com a ideia de que "não é possível responder de forma sustentada ao Estado social com excesso de dívida herdada do passado".
Pedro Passos Coelho admitiu ainda que o ajustamento na economia portuguesa vai prolongar-se após o fim do programa de assistência financeira, que vigora em Portugal até Junho de 2014.
"Estamos a chegar à posição de que podemos ter tudo ou deitar a perder. (...) Daqui para a frente estamos cada vez mais entregues a nós próprios ao nível do financiamento", sem "precisar de um segundo resgate para regressar com normalidade ao financiamento dos mercados internacionais", defendeu.
O primeiro-ministro avisou que "a batota acabou" e que sem a possibilidade de emitir mais dinheiro resta à Europa e a Portugal defender uma cultura de empreendedorismo e responsabilidade.
Pedro Passos Coelho criticou aqueles que "agora querem que o Banco Central Europeu faça o mesmo que o Banco de Portugal" fez no passado, desvalorizando a moeda, o que levou a que em alguns períodos em Portugal "quase um quinto do dinheiro das famílias fosse à vida".
O governante considerou que a verificar-se emissão de dinheiro por parte do BCE estaríamos perante "uma gigantesca batota para que a nossa economia pudesse parecer mais competitiva".
Portugal deve ter "um discurso de mais exigência e não de batota como no passado (...) sem culpar os outros pelas nossas asneiras", salientou, rejeitando "o facilitismo, o despesismo e irresponsabilidade".
Pedro Passos Coelho destacou a ideia de que "ninguém é austero por gosto", mas que é preciso render-se à evidência de que "quando o dinheiro da família acaba não se pode ir ao casino porque não tem dinheiro para jogar".
 
UM DISCURSO TOLO E SEM CONSISTÊNCIA. FALA POR FALAR SEM MEDIR AS CONSEQUÊNCIAS DO QUE DIZ.
ATACOU OS REFORMADOS SEM DÓ NEM PIEDADE.
ATACOU OS ANTERIORES GOVERNOS E A "BATOTA" DO BANCO DE PORTUGAL POR TER DE DEVALORIZAR A MOEDA. ERA BOM QUE EXPLICASSE PORQUE FOI FEITO.
CHAMAR "GIGANTESCA BATOTA" A UMA DESVALORIZAÇÃO DA MOEDA É DE UMA IGNORÂNCIA INQUALIFICÁVEL.
É MAIS FÁCIL ROUBAR PENSÕES E SALÁRIOS E AUMENTAR OS IMPOSTOS E O DESEMPREGO. E VENDER EMPRESAS ESTRATÉGICAS AO DESBARATO.
A DIVIDA QUE O ANTERIOR GOVERNO DEIXOU DE 92% DO PIB NÃO SE COMPARA COM O CRESCIMENTO DA DIVIDA QUE VAI DEIXAR NO FINAL DE 2012 DE MAIS DE 120%. É OBRA DESCARADA. É PRECISO TER LATA.
E O GOVERNO ANTERIOR NÃO RECEBEU AS FINANÇAS PUBLICAS EM ORDEM. UM DÉFICE DE 6,83 E UMA DIVIDA A RONDAR OS 65%. UMA CRISE DA BANCA AMERICANA EM 2008 E A ORDEM DA UE PARA GASTAR PARA A ECONOMIA NÃO SE AFUNDAR E NÃO DEIXAR SUBIR MUITO O DESEMPREGO.
UM ACORDO NA CIMEIRA IBERICA DURÃO/ASNAR/PORTAS PARA 5 LINHAS DE TGV.
A MANOBRA DA DIREITA NEOLIBERAL TRABALHOU BEM A OPINIÃO PUBLICA PARA GANHAR O PODER DE QUALQUER MANEIRA. OS RESULTADOS ESTÃO BEM À VISTA.
QUER IR AOS MERCADOS PARA FAZER MAIS DIVIDA E PREPARAR AS ELEIÇÕES?
NÃO BRINQUE MAIS COM OS PORTUGUESES SENHOR PASSOS COELHO.
DEMITA-SE POR INCOMPETÊNCIA.
O GRANDE ERRO DO GOVERNO ANTERIOR, SENDO UM GOVERNO DE GESTÃO, NÃO DEVIA TER NEGOCIADO À PRESSÃO O MEMORANDO DA TROIKA, COM O ACORDO DO PSD/CDS.
 
 

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