Cumprimento do défice é aritmética e não significa crescimento - economista
O cumprimento em 2012 do défice exigido pela 'troika', divulgado na quarta-feira pela Direção-Geral do Orçamento e contestado pelo PS, é para o professor de economia José Reis, uma questão mais aritmética do que económica.
Segundo disse este economista à Lusa, a questão do défice "é importante", mas é preciso ter em conta que "foi conseguido com medidas extraordinárias", refletindo "uma economia que não cresce e, portanto, não produz receita fiscal como poderia produzir se estivesse a funcionar normalmente".
O professor catedrático da Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra e investigador do Centro de Estudos Sociais comentava a execução orçamental de 2012 apresentada na quarta-feira.
PODEM DIZER O QUE LHES DER MAIS GEITO. O DÉFICE INICIALMENTE ESTABELECIDO PARA 2012 ERA 4,5% E PASSOU NA NEGOCIATA PARA 5%. COM A VENDA DA ANA VAI FICAR NOS 5% OU UM POUCO MENOS. É MAIS UMA HABILIDADE DE GASPAR.
O professor catedrático da Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra e investigador do Centro de Estudos Sociais comentava a execução orçamental de 2012 apresentada na quarta-feira.
PODEM DIZER O QUE LHES DER MAIS GEITO. O DÉFICE INICIALMENTE ESTABELECIDO PARA 2012 ERA 4,5% E PASSOU NA NEGOCIATA PARA 5%. COM A VENDA DA ANA VAI FICAR NOS 5% OU UM POUCO MENOS. É MAIS UMA HABILIDADE DE GASPAR.
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