Presidente do Conselho das Finanças Públicas considera um erro ter o valor de quatro mil milhões como ponto de partida.
A Presidente do Conselho das Finanças Públicas (CFP) considera, em entrevista ao Público, que "dois anos a fazer cortes horizontais na despesa não produziu resultados" e que as medidas de reforma do Estado "não podem ser tomadas de um momento para o outro, têm de levar algum tempo".
Além disso, a economista Teodora Cardoso alerta que é um erro "ter sido fixado logo à partida" os quatro mil milhões de euros. "Não se pode fixar logo o valor", sublinha, lembrando que algumas das medidas para reforçar a eficiência nos serviços do Estado "implicam, às vezes, injectar mais dinheiro em algumas áreas".
Há um ano a exercer funções como presidente do CFP, Teodora Cardoso diz que não é com "cortes horizontais e temporários" que se resolve o problema da despesa e que as medidas implementadas até agora nesse domínio "não produziram resultados". Para a economista "é preciso olhar para a administração pública de uma forma mais eficiente. Ver o que deve ser cortado e onde deve ser cortado".
PRIMEIRO É PRECISO PERGUNTAR AO POVO QUE ESTADO QUER E COMO PAGAR.
DEPOIS FAZER CONTAS.
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