terça-feira, 12 de março de 2013

O QUE A COMUNICAÇÃO SOCIAL ESCONDE:

Em novembro de 2008, a UCRANIA cai, por sua vez, no laço do FMI. Em troca de um empréstimo de 16,4 mil milhões de dólares, o Parlamento ucraniano deverá adotar um plano de "salvamento" draconiano de privatizações e de cortes orçamentais. A Ucrânia deve adiar a idade de reforma das mulheres dos 55 para os 60 anos e aumentar em 20% a tarifa do gás.
Mas a subida de 11%  do salário mínimo inquieta o FMI, que bloqueia o programa, e Dominique Strauss-Khan, o diretor-geral de então, afirma: "Uma missão recente do Fundo à Ucrânia concluiu que as políticas em determinados domínios, nomeadamente, a nova lei sobre o salário mínimo, ameaçavam [a] estabilidade" do  País. Lembremos que DSK aumentara o seu salário mais de 7% quando da sua chegada à chefia do FMI-
Em Novembro de 2011 Viktor Aianukovicht procura reduzir as despesas públicas, tal como se comprometera com o FMI, a fim de obter uma nova ajuda de 15 mil milhões de euros. Para tal, pede ao Parlamento que baixe  as prestações pagas aos antigos combatentes soviéticos no Afeganistão e aos operários de limpeza que intervieram em carácter de urgência na central de Chernobyl quando da catástrofe nuclear de 1986, suscitando uma forte oposição.

Do livro "A CRISE DA DIVIDA" DE DAMIEN MILLET . ÉRIC TOUSSAINT

àmanhã teremos mais dois ou três países, para se perceber o que está a acontecer em Porugal     

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