terça-feira, 15 de outubro de 2013

Funchal
        
Mulher levantou-se na galeria destinada ao público e exibiu o cartaz Marta Caires Mulher levantou-se na galeria destinada ao público e exibiu o cartaz
A proprietária de uma loja em Chelas, Lisboa, interrompeu esta manhã os trabalhos na Assembleia Legislativa da Madeira e acusa o líder parlamentar do PSD de ter uma dívida de mais de 60 mil euros.
O dinheiro em causa refere-se a rendas em atraso de uma loja de aluguer de automóveis, localizada no bairro lisboeta de Chelas. Exibindo um um cartaz onde se lia "Jaime Ramos paga o que deves", Sandra Barroso, a proprietária da loja, explicaria depois que há um ano e meio a sociedade a quem arrendou o espaço não paga a renda.

O caso foi para tribunal - a queixosa fez questão de mostrar o contrato de arrendamento, onde consta a assinatura de Jaime Ramos, e documentos com as diligências em tribunal para reaver o ano e meio de rendas em atraso - e terão sido pagos apenas 15 mil euros. Perante a falta da restante verba, a proprietária da loja deslocou-se até à Madeira e fez o protesto nas galerias reservadas aos cidadãos.
Consumado o protesto, que marcou a reabertura dos trabalhos legislativos após as eleições autárquicas, o presidente do Parlamento interrompeu os trabalhos e os funcionários retiraram Sandra Barroso do hemiciclo.

O protesto da proprietária da loja de Chelas, que está arrendada à sociedade União Rent a Car, foi apoiado pelo grupo parlamentar do PTP. O deputado José Manuel Coelho apresentou o mesmo cartaz.

Jaime Ramos nega acusação e ameaça com processo


"É mentira! É mentira!". Jaime Ramos negou repetidamente a alegada dívida de mais de 60 mil euros em rendas atrasadas.
À saída do Parlamento, o líder grupo parlamentar do PSD ameaçou a proprietária com um processo em tribunal e todos os que divulgaram o caso. A queixa dará entrada ainda hoje no tribunal. "Não devo nada a ninguém, graças a Deus", disse.
 
O JARDINISMO E OS SEUS AMIGOS.


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