A ministra das Finanças diz que "vai ser preciso substituir alguma dívida por dívida nova".
A ministra das Finanças sublinhou no Parlamento que "a escolha do défice não é unilateral" porque é preciso "que haja alguém disposto a emprestar-nos dinheiro e a preços razoáveis" para financiar a diferença entre as receitas e despesas das administrações públicas.
Maria Luís Albuquerque lembrou, nesse sentido, o enorme volume de dívida pública em Portugal e avisou que "a dívida vai demorar muito tempo a pagar" e que "vai ser preciso substituir alguma dívida por dívida nova", sendo que também para isso vai ser preciso encontrar financiamento a preços razoáveis.
A governante falou ainda do Sector Empresarial do Estado, que durante "muitos anos" serviu para esconder o défice. "Durante muito tempo se criaram empresas públicas para acumular lá despesa e escondê-la do défice", disse, acrescentando que o Governo está a resolver o problema de uma forma que "não tem precedentes". "Foi a primeira vez que se pegou de forma sério no Sector Empresarial do Estado para resolver os problemas lá criados", frisou, reconhecendo que ainda é preciso trabalho adicional para continuar a limpar o "volume de dívida" das empresas públicas.
Maria Luís Albuquerque lembrou, nesse sentido, o enorme volume de dívida pública em Portugal e avisou que "a dívida vai demorar muito tempo a pagar" e que "vai ser preciso substituir alguma dívida por dívida nova", sendo que também para isso vai ser preciso encontrar financiamento a preços razoáveis.
A governante falou ainda do Sector Empresarial do Estado, que durante "muitos anos" serviu para esconder o défice. "Durante muito tempo se criaram empresas públicas para acumular lá despesa e escondê-la do défice", disse, acrescentando que o Governo está a resolver o problema de uma forma que "não tem precedentes". "Foi a primeira vez que se pegou de forma sério no Sector Empresarial do Estado para resolver os problemas lá criados", frisou, reconhecendo que ainda é preciso trabalho adicional para continuar a limpar o "volume de dívida" das empresas públicas.
ELA LÁ SABE O QUE FEZ NA REFER E NOS SWAPS.
O AMIGO DO IGCP UM TAL MOREIRA RATO FOI DIRETOR GERAL DO FALIDO BANCO AMERICANO LEMAHN BROTHERS. ESTÁ TUDO ENTREGUE À BICHARA. OU VIERAM DO BANCO FALIDO OU DO JP MORGAN OU DO GOLDMAN SACHS. É UMA FARTURINHA.
ESTA SENHOR TEM LATA A MAIS. NUNCA MAIS FALOU NA GOLPADA DOS SWAPS.
A DIVIDA VAI DEMORAR MUITOS ANOS A PAGAR? POIS VAI. MAS TEM DE SER RENEGOCIADA.
ALÉM DAS EMPRESAS PUBLICAS TEM AS EMPRESAS MUNICIPAIS. DEPOIS PODIA TAMBÉM FFALAR NAS OFFSHORES. E JÁ AGORA AS PPPS.
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