Chanceler germânica pretende levar para Bruxelas a aliança com o SPD que se está a formar na Alemanha.
“Angela Merkel está determinada a assumir o cargo de chanceler europeia”, anunciou a Der Spiegel. Liderando uma coligação que conta com o apoio de mais de dois terços dos eleitores da maior economia da União Europeia (UE), Merkel espera apenas pelas eleições europeias de Maio para começar a impor um projecto que tem como base o reforço dos poderes da Comissão agora liderada por Durão Barroso.E conta ter no seu adversário interno o principal aliado: Martin Schulz, actual líder do Parlamento Europeu e membro da equipa do SPD – que negoceia a formação de uma coligação governamental com a CDU de Merkel – será a aposta da chanceler para liderar a Comissão a partir do Outono de 2014.
O desejo, não assumido porque CDU e SPD disputarão votos nas europeias que se aproximam, terá estado na base da posição de Merkel no encontro da semana passada do Partido Popular Europeu (PPE).
Nas primeiras europeias à luz do Tratado de Lisboa, os grupos políticos devem apresentar um candidato à liderança da comissão, como os socialistas já fizeram com Schulz. Mas junto dos parceiros populares, Merkel terá forçado a hipótese do grupo só declarar apoio a um candidato depois de se conhecerem os resultados.
Aproximação a Hollande
A aposta da chanceler germânica segue duas linhas de pensamento. Por um lado o apoio político do centro-esquerda europeu a uma agenda mais social, que a Spiegel identifica como “programas contra o desemprego jovem, a luta à evasão fiscal e um orçamento europeu para relançar o crescimento”, que terá como moeda de troca o reforço da vigilância em Bruxelas de políticas económicas dos estados-membros. Por outro, a recuperação do eixo franco-germânico na Europa, sendo Martin Schulz alguém que conta com a confiança do Presidente francês François Hollande.
Quem já se mostrou contra a ideia foi o primeiro-ministro britânico David Cameron, cujo Partido Conservador fundou um grupo europeu à direita do PPE.
Por seu lado, Martins Schulz não esconde o desejo de assumir o cargo de Barroso mas diz que tem “dificuldades em imaginar Angela Merkel a votar num socialista nas próximas eleições europeias”, pois “seria inédito”.
SÓ ESPERO QUE A ESQUERDA EIROPEIA NA FALTA DE ALTERNATIVE E DE NOVO MODELO DE DESENVOLVIMENTO NÃO SE DEIXE MAIS UMA VEZ EMBALAR NO CANTO DA DIREITA.
O desejo, não assumido porque CDU e SPD disputarão votos nas europeias que se aproximam, terá estado na base da posição de Merkel no encontro da semana passada do Partido Popular Europeu (PPE).
Nas primeiras europeias à luz do Tratado de Lisboa, os grupos políticos devem apresentar um candidato à liderança da comissão, como os socialistas já fizeram com Schulz. Mas junto dos parceiros populares, Merkel terá forçado a hipótese do grupo só declarar apoio a um candidato depois de se conhecerem os resultados.
Aproximação a Hollande
A aposta da chanceler germânica segue duas linhas de pensamento. Por um lado o apoio político do centro-esquerda europeu a uma agenda mais social, que a Spiegel identifica como “programas contra o desemprego jovem, a luta à evasão fiscal e um orçamento europeu para relançar o crescimento”, que terá como moeda de troca o reforço da vigilância em Bruxelas de políticas económicas dos estados-membros. Por outro, a recuperação do eixo franco-germânico na Europa, sendo Martin Schulz alguém que conta com a confiança do Presidente francês François Hollande.
Quem já se mostrou contra a ideia foi o primeiro-ministro britânico David Cameron, cujo Partido Conservador fundou um grupo europeu à direita do PPE.
Por seu lado, Martins Schulz não esconde o desejo de assumir o cargo de Barroso mas diz que tem “dificuldades em imaginar Angela Merkel a votar num socialista nas próximas eleições europeias”, pois “seria inédito”.
SÓ ESPERO QUE A ESQUERDA EIROPEIA NA FALTA DE ALTERNATIVE E DE NOVO MODELO DE DESENVOLVIMENTO NÃO SE DEIXE MAIS UMA VEZ EMBALAR NO CANTO DA DIREITA.
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