quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Fundo receia que a reforma do IRC beneficie sobretudo sectores protegidos da concorrência. E recomenda ao Governo prudência quando estima o impacto da reforma no crescimento.
O Fundo Monetário Internacional (FMI) recomenda ao Governo prudência e cautela na reforma do IRC. “Prudência” na hora de estimar os potenciais benefícios da reforma no crescimento. “Cautela” na sua implementação, já que a margem de manobra orçamental é curta. Adicionalmente, mostra-se preocupado com o facto de o desagravamento dos impostos às sociedades poder vir a beneficiar sobretudo as empresas de sectores não transaccionáveis, menos expostas à concorrência.

A avaliação do FMI consta do relatório onde faz o balanço da oitava e nona avaliações do programa português. Lá se diz que a reforma do IRC “poderá ajudar a dinamizar o investimento e o crescimento, mas precisa de ser implementado com cautela”.

No ponto 23 prossegue-se dizendo que “o FMI recomendou prudência ao estimar os potenciais benefícios da reforma no crescimento. O Fundo está também preocupado com as limitações orçamentais e com o risco de que a reforma possa favorecer os sectores que tendem a ser mais lucrativos do que o sector transaccionáveis”.

O RELATÓRIO É DEMOLIDOR PARA O GOVERNO.
O FMI JÁ PERCEBEU QUE COM GENTE DESTA NÃO VAI LÁ E LANÇA AS CULPAS TODAS PARA OS RAPAZES QUE QUERIAM SER BONS ALUNOS E FAZER MAIS DO QUE MANDAVA TROIKA.
COMO O FIM VAI SER TRISTE COMEÇAM A FUGIR DO BARCO.

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