FMI alerta que novo chumbo do Tribunal Constitucional pode gerar "instabilidade política".
No relatório da oitava e nona avaliações ao programa de ajustamento, o FMI nota que "renovadas tensões dentro do Governo precisam ser evitadas" para não atrasar a recuperação de Portugal, mas conclui que "a coesão política mantém-se crítica", tendo em conta os "elevados riscos" do resto do programa.
O FMI lembra por várias vezes no seu relatório a crise política que afectou o Governo em Junho e que resultou numa remodelação com a subida de Paulo Portas a vice-primeiro-ministro. Explica também que esta crise e as recentes eleições autárquicas, em que o PSD sofreu uma pesada derrota, "são um lembrete da resistência à consolidação e austeridade", mas sublinha ao mesmo tempo ser essencial avançar com as reformas para cortar despesa.
Um dos perigos para que o FMI alerta é o de um eventual chumbo do Tribunal Constitucional a medidas orçamentais implicar a adopção de outras de "menor qualidade" que aumentem a "instabilidade política".
O relatório do FMI será alvo de uma análise detalhada na edição impressa de amanhã do Diário Económico
O FMI lembra por várias vezes no seu relatório a crise política que afectou o Governo em Junho e que resultou numa remodelação com a subida de Paulo Portas a vice-primeiro-ministro. Explica também que esta crise e as recentes eleições autárquicas, em que o PSD sofreu uma pesada derrota, "são um lembrete da resistência à consolidação e austeridade", mas sublinha ao mesmo tempo ser essencial avançar com as reformas para cortar despesa.
Um dos perigos para que o FMI alerta é o de um eventual chumbo do Tribunal Constitucional a medidas orçamentais implicar a adopção de outras de "menor qualidade" que aumentem a "instabilidade política".
O relatório do FMI será alvo de uma análise detalhada na edição impressa de amanhã do Diário Económico
NUM PAIS DECENTE COM UMA DEMOCRACIA MADURA, O PRESIDENTE DA REPUBLICA JÁ TINHA REAGIDO.
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